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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Manual Básico de Florais de Bach

 
Apresentação
 
Apresento este manual básico por crer que se trata de um material educativo.  Qualquer pessoa leiga do assunto certamente terá uma boa visão do mesmo após a leitura deste material. Os florais são um poderoso elemento de ajuda e tem a vantagem de não ter nenhum tipo de contra indicação e de serem passíveis de auto medicação sem restrições, mas só recomendo no caso de pessoas que possuam grande auto conhecimento ou boa auto crítica.Me coloco a disposição para dúvidas e questionamentos.
 
Florais de Bach
 
Recomenda-se aos pacientes:
- Atividades físicas regulares. 
- Relaxar alguns minutos todo dia. 
- Mudar os hábitos alimentares. 
- Evitar bebidas gasosas , chocolate , café.
Os florais corrigem o equilíbrio emocional no campo energético. Tiveram seu efeito reconhecido em 1976. Para o Dr. Bach o importante era tratar a personalidade da pessoa e não a doença.   A doença é o resultado do conflito da alma e da personalidade ("O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma manda a doença para nos corrigir, nos botar no caminho de novo. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar."). 
 
A origem das sete doenças é proveniente de sete defeitos do homem:
1º : Orgulho
2º : Crueldade
3º : Ódio
4º : Egoísmo
5° : Ignorância
6º : Instabilidade Mental
7º : Cobiça, Gula
 
São sete os caminhos do equilíbrio (liberdade):
1º : Paz
2º : Esperança
3º : Alegria
4º : Fé
5º : Certeza
6º : Sabedoria
7º : Amor
Seu conceito de saúde é: Harmonia, integração, individualidade e integridade. 
O importante é ser livre, jogar muita coisa para o alto e fazer o
que a nossa alma quer.
 
Ele dividiu os florais em sete categorias:
 
1ª :  Para os que tem medo:
 
ROCK ROSE / MIMULUS / CHERRY PLUM
ASPEN / RED CHESTNUT

2ª :  Para indecisão:
 
CERATO / SCLERANTUS / GENSIAN
GORSE /HORN BEAN / WILD OAT

3ª : Para falta de interesse pelas circunstâncias atuais:
 
CLEMATIS / HONEY SUCKLE / WILD ROSE
WHITE CHESTNUT / OLIVE / MUSTARD
CHESTNUT BUD
 
4ª : Para solidão:
 
WATER VIOLET / IMPATIENS / HEATHER
 
5ª : Para sensibilidade excessiva a influências e opiniões alheias:
 
AGRIMONY / CENTAURY 
WALNUT / HOLLY

6ª : Para os que estão desesperados e abatidos:
 
LARCH / PINE / ELM 
SWEET CHESTNUT / STAR OF BETHLEHEN 
WILLOW / OAK / CRABB APPLE

7ª : Para os que tem preocupação excessiva com o bem estar dos outros:
 
CHICORY / VERVAIN / VINE
BEECH / ROCK WATER
 
OS 38 FLORAIS:
 
AGRIMONY - É o anseolítico do sistema Bach. Indicado para ansiedade, serve para obesidade e alcoolismo, medos físicos, medo de estar só, neurose da ansiedade, síndrome do pânico, pessoas que se preocupam muito com antecedência.  Sempre fará emergir algo durante e depois do tratamento. É muito necessário acompanhar o tratamento, pois provavelmente será necessário o tratamento com outro floral.
ASPEN - Para medos ligados ao esoterismo, medos associados a religião e medo de dormir. 
BEECH - Para pessoas intolerantes, críticas e arrogantes, que consideram os outros estúpidos e ignorantes, perfeccionistas.
Ele ajuda a adotar uma postura mais compreensiva e tolerante.
CENTAURY - Para pessoas que são usadas, submissas e servis, "capachos", para pessoas que não conseguem dizer não. Por trás do CENTAURY normalmente há um LARCH (insegurança).
CERATO - Para pessoas indecisas que buscam opinião dos outros para tudo, que sempre pedem conselho e não tem confiança para tomar suas próprias decisões.
CHERRY PLUM - Para pessoas que tem impulso de fazer coisas horríveis. Indicado sempre que há falta de controle emocional , neurose obsessiva.
 CHESTNUT BUD - Próprio para ajudar os que não aprendem as lições da vida, cometem sempre os mesmos erros. Ajuda a observar mais as experiências. Ótimo para fase de estudo, facilita o aprendizado. Indicado para a síndrome de Dawn. 
 CHICORY - Para os egoístas e possessivos, os que sempre querem agradar os outros pelo reconhecimento. Tipo material, superprotetor, que se sente rejeitado, incompreendido, fica magoado e ofendido quando as pessoas não reconhecem o que eles fazem de bom.  Ajuda a amar e aconselhar sem exigir em troca amor e atenção.
CLEMATIS - Para personalidades "voadoras", sempre sonhadoras, sempre no mundo da lua, tem sono à tarde, não tem interesse pelas coisas atuais, dispersivas, pessoas que escutam sem ouvir, olham sem ver. Costumam ter problemas de visão e audição. É muito bem associado ao CHESTNUT BUD. Traz a pessoa à realidade.
CRABB APPLE - É o antibiótico do sistema, é o remédio da limpeza, tanto física quanto psicológica, para pessoas que se sentem culpadas, sujas, para problemas com a pele, aversão e desgosto de si próprio. Indicado para processos infecciosos, hábitos perniciosos, aversão a contatos físicos, idéias fixas. Limpa a mente. É o depurador para a mente e o corpo.
ELM- Para pessoas assoberbadas de responsabilidade, que sentem que carregam um fardo sobre os ombros, que se sentem pressionados pelo trabalho e compromissos. Indicado para dores físicas. É o analgésico do sistema. 
GENTIAN - Para depressão com causa conhecida. Dá coragem, anima. O lema é : "Eu serei bem sucedido". 
GORSE - Para os desesperados, pacientes com doença terminal. Faz a pessoa ter uma nova visão, para os que perdem a esperança por completo, casos graves, doenças em que nada dá resultado. 
HEATHER - É o floral dos tagarelas, que trazem todo o assunto das conversas para elas. Para pessoas que ficam cutucando as outras, centradas em si mesmas. 
HOLLY - Para qualquer tipo de estado negativo, ódio, desprezo, egoísmo, frustração, temperamentos violentos, vingativos. É usado para sentimentos explosivos que causam revolta. É o antídoto do ódio. Para quem tem raiva da vida. É a flor da amor. Para o ciúme. 
 HONEYSUCKLE - Para pessoas que vivem no passado, ficam presas no passado, serve para trazer as pessoas para o presente. Serve para viúvos, pessoas que moram no exterior e ficam com saudade, pessoas que perdem entes queridos e ficam presas a lembranças. É indicado para ajudar órfãos, pessoas mais velhas que vivem sozinhas. É floral das lembranças. 
 HORNBEAN - Para cansaço físico, mental, para pessoas que sentem que todo dia é 2ª feira de manhã. Dá força emocional. Para pessoas preguiçosas, sem força e energia. 
IMPATIENS - Para pessoas irritadiças nervosas, que gostam de trabalhar sozinhas. Consideram todos com o pensar mais lento. Ótimo para inquietude e tensão mental. 
LARCH - Dá autoconfiança, para timidez, insegurança, pessoas que não acreditam em si. Ajuda a mergulhar na vida, adquirir confiança. É o remédio da impotência masculina. 
 MIMULUS- Florais para o medo com causas conhecidas. Ótimo para timidez e pessoas retraídas, dá coragem as pessoas, é indicado para fobias, sensibilidade ao que é novo, para sexualidade reprimida. 
MUSTARD - Para depressões cíclicas sem razão aparente. É muito pouco usado. 
OAK - Para quem ignora os sinais de dor, trabalha demais e esconde o cansaço, luta até o fim, para pessoas que só ficam doentes sábado e domingo, para colapso de vitalidade. Mais usado como complemento de outro. 
 OLIVE - Para esgotamento físico e mental de quem está em recuperação de acidente, ou pessoas esgotadas. Para pessoas que se sentem exaustas e em total fadiga. Ótimo para reabastecer essa energia perdida. 
 PINE - Para sentimento de culpa, auto condenação, pessoas que se culpam por tudo, que trazem nos ombros a culpa do mundo, remorso, pessoas que se responsabilizam pelos outros. 
 RED CHESTNUT - Para medos desproporcionais, para pessoas que se preocupam demais com os outros, mães que não dormem quando o filho sai, ajuda a pessoa a devolver a devida proporção a preocupação. 
ROCK ROSE - É o remédio do pânico, para pessoas que sentem extremo temor, para acidentes, enfermidades repentinas, risco  de suicídio, para pessoas com um contato muito íntimo com o mal. 
 ROCK WATER - Para pessoas rígidas, que acham que todos devem segui-las, severas, reprimidas, ávidas de perfeição, indicado para pessoas com uma auto disciplina muito grande. 
SCLERANTHUS - Para pessoas indecisas entre duas possibilidades (viajo ou fico?, vou ou não vou?, uma mulher ou outra), para instabilidade de humor, também indicado para enjôo. 
STAR OF BETHLEHEN - É o floral da perda, de choques, traumas, para quem se separa de entes queridos, traumas causados por acidente. Neutraliza os efeitos de qualquer choque. Conforta as dores e as perdas. 
SWEET CHESTNUT - Para angústia, tristeza profunda, aperto no peito, pessoas que acham a angústia insuportável. É "A noite escura da alma". 
VERVAIN- Para idealistas, dominadores, autoritários, fanáticos, sensíveis a injustiça, defendem os fracos e oprimidos. Caracteriza os mártires por alguma situação. 
VINE - Para líderes, dominadores, inflexíveis, ditatoriais, sado-masoquistas, pessoas que visando o fim usam qualquer meio, pessoas cruéis. Indicado para estabilizar pressão alta. Também indicado para pais que dominam o lar com mão de ferro.
WALNUT - É o remédio para mudanças, puberdade, menopausa, casar ou separar, ciclo menstrual, para pessoas que querem se livrar de influência, para quem quer mudar, mas fica preso, é quando chega o momento de dar grandes passos adiante, sensíveis a influências externas. Indicado para estados de transição, mudanças e hábitos arraigados. 
 WATER VIOLET - Para pessoas orgulhosas e indiferentes, pessoas que gostam de ser solitárias, independentes, seguras de si, sentem dores em silêncio. Ele ajuda a ser mais perceptível. É o remédio do orgulho. 
 WHITE CHESTNUT - Para pensamentos indesejosos, que não conseguem parar de pensar em algo, é o floral do "disco arranhado", para diálogo interno torturante, idéias fixas. Bom para neurose obsessiva.
WILD OAT - Para pessoas insatisfeitas entre a vontade e a realização, que está sempre perdida. É o remédio das almas perdidas. Bom para concursos e vestibulares. É o remédio para criar raízes. 
WILD ROSE - Para pessoas resignadas e apáticas, totalmente na apatia, "É o  meu carma", "É o meu destino", conformadas com as situações. É muito útil na apatia, na aposentadoria. 
WILLOW - Para o ressentimento, para pessoas amarguradas e rancorosas, para os que se acham injustiçados, para os egocêntricos com pena de si mesmos. 
 RESCUE - Para emergências (ROCK ROSE , IMPATIENS, STAR OF BETHLEHEN, CHERRY PLUM e CRABB APPLE




                                              
                                                 


Relacionamento: Termina e volta...


Nada mais comum entre casais do que a experiência de atravessar uma crise e apesar das dificuldades querer descobrir meios para resgatar a relação. Saber até quando insistir ou quando desistir não é simples e nem pode ser uma escolha pautada em um aspecto apenas. Envolve tempo, reflexão, conversas, expectativas de cada um, formas de funcionamento individuais, entre outros.

Toda ruptura causa desgaste, frustração, tristeza, decepção, alívio. Para alguns a necessidade do fim pode ser clara e simples enquanto para outros pode ser difícil de enxergar, compreender e aceitar. Para uns é preciso pouco para acabar uma relação, para outros vale sempre tentar um pouco mais.

É sempre fundamental compreender o que move a escolha ou o desejo de se continuar junto de alguém. Amor? Necessidade? Carência? Comodismo? Companheirismo? Parceria? Essa parte do terreno precisa estar cuidada e limpa para garantir que a base da escolha seja forte o suficiente para lidar com as dificuldades de uma relação. Um namoro que se mantém por medo de estar sozinho por exemplo certamente não se sustentará ao esbarrar com crises e questões a serem resolvidas. Assim como reatar um namoro por se sentir carente também não manterá a solidez da relação.

Lutar, investir, apostar na relação são gestos válidos e importantes mesmo quando esta atravessa uma crise, diria que ainda mais quando se atravessa uma crise, e não é porque se encontram em dificuldade na relação que devem desistir de apostar. Entretanto também é fundamental saber o limite e até onde se deve ir. Muitos, na tentativa de reatar, se descuidam, se desvalorizam, se atropelam acreditando que assim terá o amor reconquistado. Acontece que uma relação existe em uma via de mão dupla e deve se sustentar acima de tudo em um terreno que seja saudável e enriquecedor para ambos, não se deve estar com alguém por carência ou pena.

Muitas são as causas que levam à ruptura, algumas mais graves outras nem tanto, mas independente do que seja o fato é que quando se opta pelo término um caminho de desencontros, discussões, acusações, mágoas já foi percorrido e ele não será tão facilmente esquecido ainda que o casal tente, mais adiante, reatar.

Exige uma grande maturidade, um certo desprendimento de pontos passados, capacidade de deixar o ressentimento de lado para se apostar novamente em uma relação. Algumas pessoas alcançam essa possibilidade, já para outras é uma tentativa mais sofrida. Esses seriam caminhos fundamentais para que se torne viável mais uma tentativa em se continuar junto. É normal que novas brigas e discussões que eventualmente surjam atualizem as dores ou mágoas antigas e se não houver por parte da dupla uma capacidade de conversar, se apoiar e considerar que fizeram uma nova escolha em estarem juntos, será ainda mais penoso e sofrido, porque indubitavelmente o passado será lembrado. O que vale é que apesar de lembrado ele sirva como um ponto de crescimento do casal e não como material de crítica a cada nova discussão.

Muitos casais são exitosos quando buscam a reconciliação, são pessoas com mais capacidade de reflexão, mais maduras emocionalmente e acima de tudo com o desejo e a certeza que é com esse parceiro que pretendem seguir adiante, já outros insistem em tentar por motivos errados e por dificuldade em lidar com a dor e seguir em frente. Para esses vale dizer que uma volta pode trazer uma sensação de alívio temporária mas que pode se tornar uma dor ainda maior se as falhas que levaram ao término seguirem se repetindo, trazendo ainda mais desencanto e mágoa.

Saiba sempre e reflita muito sobre as motivações que os levam a tentar de novo e avalie acima de tudo se é uma escolha saudável para a dupla. Não há necessidade de esticar a corda até ela arrebentar, a convivência, ou melhor, o tipo de convivência já deixará claro se os dois estão no mesmo sentido ou se a dupla está seguindo para caminhos opostos e pouco complementares. Por mais sofrida que seja desistir de uma relação devemos sempre lembrar que a lealdade e o cuidado devem ser maiores com nós mesmos, apenas assim teremos maior possibilidade em construirmos escolhas felizes, promissoras e saudáveis.

Fonte: Par perfeito



                                                   

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Amiga


Amiga,minha melhor amiga, deixa eu te contar...
Não sei tudo sobre a vida, mas o que já vivi me fez ter a certeza do quanto ela tem sido especial. E você ajudou a torna-la assim.
Quantas vezes seu sorriso foi a alegria na minha dor. Quantas vezes eu chorei de saudades, e você foi a responsável pelo sentimento de achar que eu morreria por causa dela. Quantas vezes eu arrumei desculpas só para ouvir sua voz pelo telefone. Sem contar as inúmeras vezes que eu provoquei discussões só para ouvir que eu era sua melhor amiga. Quantas vezes o seu abraço substituiu palavras. Nas nossas brincadeiras eu lembrei de como era bom ser criança. Viajei nas suas histórias e construimos novas. Realizamos coisas difíceis e sonhamos sonhos quase impossíveis. Quantas vezes chorei com suas lágrimas, e aprendi que quem perdoa vive melhor. Nos seus defeitos aprendi a ter ainda mais paciência e nas suas virtudes aprendi o melhor!
Essa é a vida, não devemos ter medo de viver e se entregar a novas amizades, so vivendo é que veremos se valeu a pena ou não, mas viva, os acertos vem com erros,
e nem sempre o acerto dependerá do erro. Hoje amiga, vejo que você foi um acerto certeiro,mas já imaginou se eu não tivesse arriscado e não ter me entregado a nossa amizade?! Certamente hoje, eu não poderia suspirar de alegria e dizer que valeu a pena!
Valeu apena amiga ter arriscado, você valeu a pena!


    Texto: Adriana Brazil           


                                                            

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pânico



Aos parentes

Frequentemente os paciente com pânico sofrem muito duas vezes, a primeira por causa dos ataques e suas consequências e a segundo por causa da incompreensão de que são vítimas. Como médico canso-me de ouvir de meus pacientes que seus filhos, pais, cônjugues criticam-no por causa das crises achando que são frescuras, que está na verdade precisando apanhar...!!!??? É verdade, a primeira coisa que os parentes têm que fazer é compreender, aceitar e apoiar os pacientes. O transtorno do pânico é uma doença como outra qualquer, o paciente não escolheu tê-la, nem pode evitá-la.
Aqui estão algumas recomendações às pessoas que convivem com quem tem pânico:

Nunca diga:

Reage, acalme-se...
Você pode lutar contra isso...
Não seja ridícula(o)!
Não seja covarde!
Você tem que ficar (quando o paciente quer sair de onde está)


Recomendações

1. Não faça suposições a respeito do que a pessoa com pânico precisa, pergunte a ela.
2. Seja previsível, evite surpresas
3. Proporcione a quem sofre de pânico a paz necessária para se recuperar.
4. Procure ser otimista para com quem tem pânico, procure aspectos positivos nos problemas.
5. Não sacrifique sua própria vida pois acabará criando ressentimentos.
6. Não entre em pânico quando o paciente com pânico tiver um ataque.
7. Seja paciente e aceite as dificuldades de quem tem pânico mas não se conforme como se ela(e) for uma inválida(o).
 


O que é?

O transtorno do pânico é definido como crises recorrentes de forte ansiedade ou medo. As crises de pânico são entendidas como intensas, repentinas e inesperadas que provocam nas pessoas, sensação de mal estar físico e mental juntamente a um comportamento de fuga do local onde se encontra, seja indo para um pronto socorro, seja buscando ajuda de quem está próximo.

A reação de pânico é uma reação normal quando existe uma situação que favoreça seu surgimento. Estar num local fechado onde começa um incêndio, estar afogando-se ou em qualquer situação com eminente perigo de morte, a sensação de pânico é normal. O pânico passa a ser identificado como patológico e por isso ganha o título de transtorno do pânico quando essa mesma reação acontece sem motivo, espontaneamente. Nas situações em que a própria vida está ameaçada o organismo toma medidas que normalmente não tomaria, perdendo o medo de pequenos perigos para livrar-se de um perigo maior. Para fugir de uma cobra podemos subir numa árvore mesmo tendo medo de altura ou fazendo esforços incomuns, sofrendo pequenos ferimentos que no momento não são percebidos. O estado de pânico é portanto uma reação normal e vantajosa para a auto-presenvação. Aqueles que fogem mais rapidamente do perigo de morte têm mais chances de sobreviver.


O diagnóstico

O diagnóstico do transtorno do pânico possui critérios bem definidos, não podemos classificar como transtorno do pânico qualquer reação intensa de medo. Assim sendo estão aqui apresentados os critérios usados para fazer este diagnóstico.

a) Existência de vários ataques no período de semanas ou meses.Quando houve apenas um ataque é necessária a presença de significativa preocupação com a possibilidade de sofrer novos ataques ou com as consequências do primeiro ataque. Isto é demonstrado pela preocupação com doenças, intenção de ir ao médico e fazer exames, vontade de informar-se a respeito de manifestações de doenças.
b) Dentre vários sintomas pelo menos quatro dos seguintes devem estar presentes:
1- Aceleração da frequência cardíaca ou sensação de batimento desconfortável.
2- Sudorese difusa ou localizada (mãos ou pés).
3- Tremores finos nas mãos ou extremidades ou difusos em todo o corpo.
4- Sensação de sufocação ou dificuldade de respirar.
5- Sensação de desmaio iminente.
6- Dor ou desconforto no peito (o que leva muitas pessoas a acharem que estão tendo um ataque cardíaco)
7- Náusea ou desconforto abdominal
8- Tonteiras, instabilidade sensação de estar com a cabeça leve, ou vazia.
9- Despersonalização* ou desrezalização**.
10- Medo de enlouquecer ou de perder o controle de si mesmo.
11- Medo de morrer.
12- Alterações das sensações táteis como sensação de dormências ou formigamento pelo corpo.
13- Enrubescimento ou ondas de calor, calafrios pelo corpo.


*A despersonalização é uma sensação comum nos estados ansiosos que pode surgir mesmo fora dos ataques de pânico. Caracteriza-se por dar a pessoa uma sensação de não ser ela mesma, como se estivesse saindo de dentro do próprio corpo e observando a si mesmo.

**A desrealização é a sensação de que o mundo ou o ambiente em volta estão diferentes, como se fosse um sonho ou houvesse uma núvem.
Essas duas sensações ocorrem em aproximadamente 70% da população geral não significando como ocorrencia isolada uma manifestação patológica.

*** Há substâncias que podem gerar reações de pânico como os estimulantes. Quando o pânico ocorre sob esse efeito não se pode dar este diagnóstico assim como também não pode ser dado em decorrência de outros estados ansiosos anteriores como um ataque de pânico secundário a uma exposição forçada de um fóbico social por exemplo.

Causas

As causas dos ataques de pânico são desconhecidas. Contudo cada um dos pensamentos teóricos vigente possue suas próprias teorias. Observa-se também que os pacientes ao procurarem o psiquiatra pela primeira vez geralmente possuem suas próprias teorias ou explicações para o que está acontecendo consigo. Por enquanto a única recomendação que o médico pode dar aos seus pacientes é de não pensarem a respeito pois como não existem bases comprovadas para se especular a respeito das causas do pânico, qualquer idéia tem muito mais chances de estar errada do que certa. O paciente deve preocupar-se em seguir o tratamento e levar sua vida normalmente ao invés de descobrir as causas de seu transtorno.


Tempo de Duração


O curso do pânico é imprevisível, tanto pode durar alguns meses como pode durar vários anos. Desde que o pânico começou a ser estudado, há poucas décadas, ainda não foi possível se verificar em que percentagem ele dura a vida toda. Os estudos de longo seguimento chegam a perto de uma década e aproximadamente 10% dos pacientes continua sintomático após esse período, ou seja, continua tendo ataques de pânico quando as medicações são suspensas. É importante notar que o tratamento não cura o pânico, apenas suprime os sintomas e permite o paciente ter uma vida normal, mas a suspenssão do tratamento leva a uma recaída caso não tenha ocorrido uma remissão espontânea do transtorno. Mesmo bem conduzido o tratamento não há nenhuma garantia de cura, ou os sintomas remitem sozinhos ou permanece a necessidade de utilização das medicações. Há relatos de casos de remissão espontânea durante a gestação

Medicações

O tratamento mais recomendado para o bloqueio das crises são os psicofármacos. Os antidepressivos de todos os grupos e os tranquilizantes são eficazes no controle das crises. Atualmente mediante a disponibilidade de vários psicofármacos, dificilmente um paciente não melhora com alguma medicação. Todos os grupos de antidepressivos testados mostraram-se eficazes, os tricíclicos e tetracíclicos, os inibidores da recaptação da serotonina e os inibidores da MAO. Apesar de todos os grupos terem sido testados com sucesso nem todas as medicações de cada grupo foi cientificamente testada, presume-se apenas que sejam eficazes. Assim, também os tranquilizantes benzodiazepínicos foram testados e dependendo da dose, todos obtiveram sucesso. A decisão quanto a escolha da medicação deve obedecer a critérios básicos como outras doenças presentes no paciente, portadores de glaucoma não podem tomar tricíclicos, por exemplo. Interações com outras medicações já em uso, história de reação indesejável a determinadas medicações em escolha, características individuais como os pacientes obesos devem optar preferencialmente pelos inibidores da recaptação da serotonina, os pacientes muito magros por tricíclicos. Pessoas com problemas sexuais devem evitar os inibidores da recaptação da serotonina. Por fim como há entre essas medicações marcante diferença de preços é válido considerar isso como critério de escolha desde que não seja feita em detrimento do bem estar do paciente.
Quanto a estratégia de uso das medicações, é recomendável que os antidepressivos sejam evitados isoladamente no início do tratamento. Como essas medicações só passam a bloquear as crises após duas semanas em média, e provocam uma piora do pânico no começo, é preferível que nesta fase seja dado junto ao antidepressivo, um tranquilizante, que tanto poderá ser suspenso depois, como continuar sozinho em monoterapia. Os tranquilizantes de escolha são os de alta potância, embora os de baixa potência podem ser usados em doses mais elevadas

Terapias

A terapia cognitivo-comportamental é a única que pode ser indicada para o tratamento do pânico, contudo as medicações são mais rápidas no bloqueio das crises. Há pesquisadores que contestam o uso da terapia cognitivo-comportamental para o transtorno do pânico, indicando apenas para o tratamento da agorafobia.



Pesquisa: http://www.psicosite.com.br/


 

                                                        

Quisera ser



Quisera ser tudo em tua vida!
dar-te amor, calor e guarida,
alimentar teus sonhos e anseios,
aliviar-te os temores, teus receios...
trazer-te a paz, a esperança sonhada,
tornar suave e tranquila tua jornada...
Quisera ser tudo em tua vida!...
a lembrança sempre querida,
o lenitivo de amargos momentos,
acalmar teu pranto, teus lamentos...
todos os dissabores dividir contigo...
ser, a cada minuto, teu ombro amigo...
Quisera jamais de deixar a dor,
a desventura, a mágoa, a incerteza...
menos ainda causar-te tristeza,
a cicatrizada ferida de um desamor...
Quisera ser tanto em tua vida!
e caminhar sempre ao teu lado,
sem partida... sem despedida...
e nunca lamentar haver errado!...




Carlos Saad

                            

                                           

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Caixa de primeiro socorros



Você já tem a sua???



Alma Perfumada...

Texto muito lindo ...


Dores de Estômago

Um terço da população, na sua maioria mulheres, sofre regularmente de dores de estômago. Estas perturbações, a maior parte das vezes, não têm gravidade. Mas não hesite em consultar um especialista se os sintomas persistirem.
Perturbações do comportamento alimentar favorecem os refluxos - As pessoas que têm problemas alimentares ligados ao stress ou a perturbações psicológicas graves são frequentemente afectadas por regurgitações ácidas. Assim, a bulimia é amiúde acompanhada de pirose. «Estas disfunções digestivas são frequentemente negligenciadas», na opinião do Dr. Philipe Serog, nutricionista. O médico deve identificá-las, porque os pacientes não as referem espontaneamente. Uma vez identificadas, é fácil tratá-las.
Refeições muito pesadas ou ingeridas rapidamente, pressão profissional, preocupações familiares, problemas financeiros. Inúmeras circunstâncias podem influenciar a digestão e desencadear perturbações estomacais.
Geralmente, este órgão contrai-se apenas o necessário para formar o bolo alimentar, que é, em seguida, alterado pelo suco gástrico. Uma etapa essencial que permite a absorção posterior dos alimentos pelo intestino delgado.
Segregado diariamente, o suco gástrico compõe-se de uma mistura de enzimas digestivas e ácido clorídrico. Portanto, o conteúdo do estômago é ácido. Mas a natureza previu dois meios de protecção: uma camada de muco isola a mucosa do estômago e a sua parte superior está munida de uma pequena válvula anti-refluxo que impede as regurgitações de ácido para a boca.
Infelizmente, esta bela organização pode ser perturbada pelos maus hábitos alimentares ou pela tensão acumulada. Aparece, então, todo um cortejo de perturbações mais ou menos incómodas que não devem ser negligenciadas, sob pena de vir a transformar-se em verdadeira doença.

Aliviar a acidez do estômago

Os ácidos são geralmente o sinal de um refluxo gastroesofágico. Esta disfunção digestiva é uma das mais frequentemente observadas e perto de 40 por cento da população sofre deste mal, nem que seja de forma episódica. É do domínio da automedicação. Mas convém dar-lhe atenção, porque algumas formas mais graves exigem cuidados especializados.

Origem da acidez estomacal

A subida do conteúdo do estômago para o esófago está ligada ao mau funcionamento do sistema anti-refluxo. Por razões ainda mal elucidadas – muitas vezes devido a uma fragilidade individual – o esfíncter inferior do esófago distende-se, de forma transitória ou prolongada, e deixa de assegurar a separação eficaz das duas cavidades.
Frequentemente esta deficiência é acompanhada por uma disfunção da motricidade digestiva e por uma hipersensibilidade da mucosa esofágica. O refluxo pode igualmente estar associado a uma hérnia do hiato esofágico, ou seja, à ruptura da parte superior do estômago no tórax.

Sinais de alarme

Em 70 por cento dos casos, o refluxo manifesta-se por regurgitações ácidas mais ou menos dolorosas. Desencadeiam-se ao dobrar-se para a frente ou produzem-se após as refeições. Mas também podem ocorrer outros sinais menos específicos.
Leve-os em consideração na presença de náuseas, perturbações sem explicação de origem otorrinolaringológica (rouquidão, dores de ouvido ou garganta), pulmonar (dificuldade respiratória, tosse nocturna) ou cardíaca (dor localizada por detrás do esterno).
A importância das regurgitações não traduz a gravidade do refluxo. Mas se for negligenciada, pode conduzir, a longo prazo, a uma verdadeira inflamação do esófago, nomeadamente, à presença de uma hérnia do hiato esofágico. Na maior parte dos casos, a descrição dos sintomas permite ao médico efectuar o diagnóstico e solicitar exames complementares em caso de dúvida ou de suspeita de outras complicações.
Então faz-se uma endoscopia (exploração do estômago através de um tubo introduzido no seu interior) e/ou um registo da acidez do esófago (pHmetria).

Tratamentos eficazes

Entre os conselhos higieno diatéticos, um grupo de especialistas preconizou recentemente não ir para a cama logo a seguir às refeições e subir a cabeceira da cama. Também é aconselhado diminuir o consumo de tabaco e de álcool, perder peso se necessário, consumir menos gorduras e alimentos que desencadeiem a acidez do estômago.
Se os sintomas forem transitórios, é possível curar-se sozinha. Produtos antiácidos ou da classe dos alginatos são de venda livre, em farmácias. Estes últimos formam uma espécie de camada protectora por cima do líquido gástrico e sobem em primeiro lugar em caso de refluxo.
O médico pode também prescrever medicamentos para acelerar a digestão e reforçar a tonicidade da válvula do esófago (proquinéticos: Prépulsid e Motilium). No caso de haver inflamação do esófago, existem medicamentos que reduzem a fabricação de ácido pelo estômago (anti-secretórios: Tagamet ou Ulceridine). Facilitam a cicatrização das lesões mas não tratam o refluxo. Por isso, as recidivas podem ser frequentes após o tratamento.
Uma questão de acidezDurante a digestão, o estômago segrega um suco ácido, geralmente bem suportado. Quando a mucosa do estômago está doente ou a barreira anti-refluxo (o esfíncter do esófago) é ineficaz, podem ocorrer piroses ou contracções.

Acalmar as contracções

As contracções aliviadas pela alimentação anunciam, não raro, uma úlcera. As lesões mais frequentes encontram-se ao nível do duodeno, segmento do intestino delgado logo a seguir ao estômago. Mas seja qual for o seu local, é indispensável um tratamento médico de várias semanas.

Origem

A úlcera é uma erosão da mucosa digestiva que, quando profunda, leva ao sangramento. A lesão é provocada pela associação de diversos factores. À presença, muito frequente, de uma bactéria chamada Helicobacter pylori, associam-se, conforme os casos, a tensão, o tabaco ou a hiperacidez do estômago. A administração de medicamentos anti-inflamatórios, nomea-damente, fora das refeições, é uma das causas mais correntes de úlceras.

Sinais de alarme

A úlcera é silenciosa à noite. É durante o dia que se manifesta. Na sua maioria, as dores na cavidade do estômago aparecem uma a duas horas após as refeições, na altura em que a acidez do estômago atinge o seu máximo, e acalmam com a ingestão de alimentos.
Mas a ocorrência de contracções sem relação com as refeições é igualmente possível. É, pois, indispensável, consultar o médico. Antes de qualquer tratamento anti-ulceroso, são necessários exames complementares para confirmar o diagnóstico.
O gastrenterologista realiza uma fibroscopia que permite, no imediato, precisar a localização da lesão e efectuar uma colheita destinada a identificar a bactéria responsável.

Tratamentos eficazes

Convém distinguir várias vertentes. O primeiro objectivo do médico será eliminar rapidamente a dor, prescrevendo antiácidos durante alguns dias. Seguidamente, o alívio será obtido com outros medicamentos (cujo efeito não é imediato).
São prescritos anti-secretórios destinados a reduzir a acidez do estômago, pelo menos durante dez semanas, seja um anti-H2 (Tagamet), seja um produto inibidor da bomba de protões gástrica (Mepraz). Se for confirmada a presença da bactéria pela colheita, o tratamento será completado com dois antibióticos diferentes, a tomar durante oito dias.

Acalmar a azia

A sensação repetida de calor no estômago pode revelar uma gastrite. Mais frequentes do que as úlceras, as gastrites são inflamações do estômago, agudas ou crónicas. As suas causas são diversas e por vezes difíceis de identificar.

Origem da azia

As gastrites agudas manifestam-se por erosões superficiais da mucosa. Devem-se a uma deficiência local do revestimento, que deixa de proteger eficazmente da acidez. Certos medicamentos e o stress são por vezes incriminados. Mas também acontece a causa ser obscura.
As gastrites crónicas são frequentemente desencadeadas por factores irritantes (tabaco, álcool) ou fenómenos de auto-imunidade (o organismo fabrica anticorpos contra o estômago).

Sinais de alarme

A azia é característica da gastrite aguda, que pode igualmente ser assintomática e descoberta por ocasião de uma endoscopia. Uma gastrite crónica pode provocar perda de apetite ou uma anemia devido a pequenas hemorragias persistentes (gastrite de Biermer).

 Tratamento para a azia

Em primeiro lugar, há que aliviar a dor. Com pensos gástricos e um regime que evite os elementos irritantes (álcool, tabaco, especiarias, fritos), a gastrite aguda sara rapidamente. As formas crónicas levam mais tempo a tratar. A gastrite de Biermer trata-se com injecções de vitamina B12.

Uso de antiácidosTecnicamente, os antiácidos removem ou neutralizam ácido do conteúdo gástrico evitando, desta forma, a dor.
Os antiácidos podem ser absorvidos e o grau de absorção justifica a sua classificação em sistémicos e não sistémicos. Os sistémicos podem produzir alterações do equilíbrio ácido-base por absorção de catiões. Os antiácidos não-sistémicos dão origem, no intestino, a compostos básicos insolúveis, não absorvíveis.
Porém, tenha presente que o uso prolongado e não controlado destes medicamentos pode acabar por apresentar efeitos indesejáveis significativos. Entre eles, destacam-se as alterações de trânsito intestinal: por exemplo, os sais de magnésio podem provocar diarreia, os de alumínio obstipação, e o carbonato de cálcio uma ou outra.

domingo, 21 de agosto de 2011

Frases e procedimentos para sobreviver á uma mulher com TPM:


O Refém do Hormônio Feminino sabe que existem dias do mês em que basta um homem abrir a boca para ficar com sua vida por um fio.

Esse pequeno guia pode lhe ser muito útil, memorize-o para sua própria segurança:

PERIGOSO: O que tem para o jantar?

SEGURO: Posso te ajudar com o jantar?

SEGURISSÍMO: Onde você quer ir jantar?

ULTRA–SEGURO: Meu bem, comprei este chocolate para você.

PERIGOSO: Você vai vestindo ISSO?

SEGURO: Nossa, como você fica bem de laranja!

SEGURISSÍMO: Uau! Você tá uma gata!

ULTRA SEGURO: Meu bem, comprei este chocolate para você.

PERIGOSO: TÀ NERVOSA POR QUE?

SEGURO: Será que não estamos exagerando?

SEGURISSÍMO: Vem, deixa eu te fazer um carinho.

ULTRA-SEGURO: Aqui, come este chocolate.

PERIGOSO: Será que você devia comer isso?

SEGURO: Sabe, ainda temos bastante maçã.

SEGURISSÍMO: Quer um copo de vinho para acompanhar ?

ULTRA-SEGURO: Aqui, come esse chocolate.

PERIGOSO: O que você fez o dia todo?

SEGURO: Espero que você não tenha trabalhado demais hoje.

SEGURISSÍMO: Adoro quando você usa esse robe!

ULTRA-SEGURO: Come mais um pouco de chocolate


                                                                                               



DEFINIÇÕES PARA TPM:

Todos Problemas Misturados.

Tendências a Pontapés e Murros.

Temporada Proibida para Machos.

Tocou, Perguntou, Morreu.

Tire a Porcaria da Mão.

Tente no Próximo Mês.

Tô Pirada Mesmo.

Tempo Para Meditação.

Totalmente Pirada e Maluca.

Tendência Para Matar.
                                                             
Tira as Patas Moleque.

Tenha Paciência Meu.

Todos os Problemas no Momento.

Total Paranóia Mental.

E finalmente lembre-se: TPM = Época do mês quando algumas mulheres se comportam por alguns dias, da maneira como grande parte dos homens se comporta durante todo o ano

Se sou amado


Se sou amado,
quanto mais amado
mais correspondo ao amor.

Se sou esquecido,
devo esquecer também,
Pois amor é feito espelho:
-tem que ter reflexo.


Texto : Plabo Neruda                            



                                                      

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O pão de cada dia

O melhor caminho é aquele por onde teu coração

é presente, por onde teus pés caminham.

O teu caminho torna-se sagrado pelo simples fato

de estares inserido nele.

Nele estão todos os teus humores, tuas vontades,

teus sonhos, tuas alegrias, tuas dores.

Questões já assumidas, outras ainda por trabalhar e outras tantas já esquecidas em algum lugar do teu ser...

Nele tens a capacidade de girar a roda quando desejares, escolhendo outros rumos, outras coisas.

Já pensaste quantos espaços dentro de ti

estão à espera dos teus pincéis,

das tuas tintas, da tua criação?

Já sentiste que tens todos os meios para te lançares naquilo que o teu coração tanto anseia?

Seja um perdão, um pouco de silêncio,

um pouco mais de compreensão, paciência, discernimento, alegria...

Muitas vezes, fechas os olhos para esta realidade,

entregando-te nas mãos de outros para que te cuidem

e te mostrem o caminho pelo qual deves seguir.

Culpas a vida por sentir-te excluído, esquecido,

por não seres agraciado...

Quem pode, realmente. fazer algo por ti,

se tudo depende da tua vontade, do teu querer?

Não há remédio...

Tens que arregaçar as mangas,

sacudir a poeira dos teus pés e prosseguir.

Prosseguir nem que seja no escuro,

sem saber ao certo para onde estás indo...

O importante é não desistires, não estagnares.

Mesmo nos momentos onde te sentes perdido, completamente sem direção, há algo que trabalha em ti

e por ti de uma forma constante.

Lá, por trás das inúmeras sombras, medos

e decepções, algo ilumina...

Algo aprende, algo organiza...

E então, num belo dia, acordas sentindo que

a tempestade passou, que uma leveza encerra

o teu coração num doce balanço...

É... A vida prossegue,

mesmo quando tendes a acreditar

que as tuas forças ficaram lá trás.

Abençoa-te, revigora teu caminho,

pois ele te pertence

e está, definitivamente, sob os teus cuidados.

Não há “outro” para cuidar da tua jornada.

Somente tu podes percorrê-la e vivenciá-la.

Este é o pão de cada dia.

Deus te abençõe !!!

                                 
 

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

As sete formas de Amor


   
As sete formas de amor nada mais são do que a combinação de três pilares: Intimidade, Paixão, Compromisso. Durante o amadurecimento de um relacionamento esses três pilares aparecem em maior ou menor grau.
Essas formas de amor estão baseadas na teoria criada pelo psicólogo Robert Sternberg conhecida por Teoria Triangular do Amor. De acordo com o autor, um relacionamento baseado em um único elemento tem menos chances de sobreviver do que um baseado em dois ou mais.

De acordo com a presença ou ausência de cada um dos elementos temos as combinações de sentimentos:



Intimidade
Paixão
Compromisso
1. Amizade
x
2. Paixão
x
3. Amor vazio
x
4. Amor romântico
x
x
5. Amor Companheiro
x
x
6. Amor Instintivo
x
x
7. Amor Verdadeiro
x
x
x


Amizade: caracteriza as amizades verdadeiras e profundas na qual uma pessoa sente-se muito bem, próxima e intensa a outra, mas sem paixão intensa ou comprometimento a longo prazo.

Paixão: é conhecido como o “amor à primeira vista”, algo intenso, mágico, que parece único. O grande problema é que sem os componentes de intimidade e de compromisso do amor, a paixão pode desaparecer de repente, tão rápido quando apareceu.

Amor Vazio: pode ser encontrado em casamentos arranjados, por exemplo, nos quais os relacionamentos começam normalmente com o amor vazio, ou seja, não há paixão, nem intimidade. Apenas compromisso. Mas também podem ocorrer casos em que um amor muito forte se deteriora, mantendo o compromisso, mas perdendo a intimidade e a paixão.

Amor Romântico: nesse caso, os amantes estão ligados emocionalmente como na amizade, possuem intimidade, e fisicamente com uma paixão explosiva.

Amor Companheiro: é o sentimento puro que existe em relações familiares, em amizades profundas ou nos relacionamentos longos sem interesse sexual. Mas esse tipo de amor pode aparecer também em uniões onde a paixão acabou, não há mais desejo sexual, apenas um compartilhamento da vida.

Amor Instintivo: é o amor carnal. Existe um compromisso motivado pela paixão, mas sem intimidade.

Amor Verdadeiro: essa é a base do relacionamento ideal, que muitas pessoas buscam, mas poucas são capazes de encontrar. O autor da teoria adverte que no amor verdadeiro é mais difícil a manutenção do que o encontro propriamente dito. Ele reforça a importância de traduzir os componentes do amor em ação.

“Sem expressão, mesmo o maior dos amores pode morrer”. Este amor tem que ser trabalhado, porque pode não durar para sempre. Por exemplo, se acabar a paixão, esse amor se tornará um amor companheiro.


Fonte: Wikipedia  

                                     
                                                  
                                               
                                               

Não se acostume com o que não o faz feliz...



Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!


       Texto: Fernando Pessoa
                                            


                                                     

domingo, 7 de agosto de 2011

Eu nunca fui uma moça bem-comportada...

Eu nunca fui uma moça bem-comportada.
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida,pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços.
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo.Não estou aqui pra que gostem de mim.Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho.E pra seduzir somente o que me acrescenta.
Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra.
A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.
Por isso, não me venha com meios-termos,com mais ou menos ou qualquer coisa.Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...
Eu acredito é em suspiros,mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis,em alegrias explosivas, em olhares faiscantes,em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma,no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades.
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.
São eles que me dão a dimensão do que sou."


Texto : Maria de Queiroz            



                                                  

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Perdão

“Das culpas, das dores,
De todos os dissabores,
Não sei o que mais marcou...

Quantas perguntas sem respostas
E a aposta de um novo dia
Que nunca chegou...

O tempo?
O tempo só apaga
Fogo que não queimou....

De tudo a reaprender
Perdoar foi mais difícil
Ainda estou aprendendo...

Até porque, não existe culpa
Se o Sentimento acabou...
Como perdoar? Quem?

Talvez a mim mesma...
Talvez ninguém...”


Poema: Rose Felliciano


                                                       
                                                     

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Já escondi um amor...



Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!


 Texto:  Clarice Lispector        


                                                 
                                                   

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Fúria...

          Em um rompante de fúria,
          Entusiasmado por um sentimento irado,
          Por terra tudo ficará lançado...

          Como uma tempestade: ventania,granizo,
          Raios e Trovões...
          Sem se importar com o poder das suas ações...

          Parecendo um ódio mortal a muito guardado,
          Contido, aprisionado...
          As palavras agora como um lobo uivando vomita aliviado...


   Texto: Lu Carvalho



                                                           

                                                    

                                                 

                                               

A TRISTEZA PERMITIDA

Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?
Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.
Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.
A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.
“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.


Texto: Martha Medeiros