O que temos visto por ai ??? Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer mas... chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não! Se fosse, era resolvido fácil, alguém tem dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem a ver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.
Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!
Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!
Texto: Arnaldo Jabor
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Não espere!
WILLIAM SHAKESPEARE
Não espere...
Não espere um sorriso para ser gentil,
não espere ser amado para amar.
Não espere ficar sozinho para reconhecer
o valor de quem está a seu lado
Não espere ficar de luto para reconhecer
quem hoje é importante em sua vida .
Não espere o melhor emprego
para começar a trabalhar.
Não espere a queda para lembrar-se do conselho.
Não espere ...
Não espere a enfermidade para reconhecer
quanto frágil é a vida .
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar.
Não espere a mágoa para pedir perdão.
Não espere a separação para buscar a reconciliação.
Não espere a dor para acreditar em oração.
Não espere elogios para acreditar em si mesmo
Não espere ...
Não espere ter tempo para servir.
Não espere que o outro tome a iniciativa
se você foi o culpado
Não espere o "eu te amo" para dizer "eu também".
Não espere ter dinheiro aos montes
para então contribuir.
Não espere o dia da sua morte sem antes AMAR a vida.
Então, o que você está esperando ??
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Lenda Árabe: Amizade
Diz uma linda lenda árabe que dois amigos
viajavam pelo deserto e em um determinado
ponto da viagem discutiram. Um esbofeteou o outro.
O amigo ofendido, sem nada dizer,
escreveu na areia:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Intrigado, o amigo perguntou:
Por que depois que te bati,
você escreveu na areia e agora que te salvei,
escrevestes na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
Quando um grande amigo nos ofende,
devemos escrever na areia onde o vento
do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso,
devemos gravar na pedra da memória e do coração;
onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
Seguiram e chegaram a um oásis
onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a
afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete
e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
viajavam pelo deserto e em um determinado
ponto da viagem discutiram. Um esbofeteou o outro.
O amigo ofendido, sem nada dizer,
escreveu na areia:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Intrigado, o amigo perguntou:
Por que depois que te bati,
você escreveu na areia e agora que te salvei,
escrevestes na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
Quando um grande amigo nos ofende,
devemos escrever na areia onde o vento
do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso,
devemos gravar na pedra da memória e do coração;
onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
Seguiram e chegaram a um oásis
onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a
afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete
e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Raiva, mágoas e ressentimentos
Toda vez que alguém ou algo se choque com o bem-estar de outra pessoa, com o seu prazer, irá imediatamente produzir a chispa da raiva. Esta poderá abrandar-se logo ou atear incêndio, dependendo da área que tenha atingido.
A raiva é a reação emocional imediata à sensação de se estar sendo ameaçado, sendo que esta ameaça possa produzir algum tipo de dano ou prejuízo.
Não há quem já não tenha sido vítima da raiva. Todos os dias nos deparamos com diversas pessoas, no trabalho, no trânsito, nas conversações cotidianas...sendo estas as mais diversas, portadoras dos mais variados estados de ânimo. Não raro, alguma palavra mal empregada, algum tom de voz equivocado, e então nos sentimos ofendidos, tendo a raiva como reação imediata.
Sentir raiva é atitude natural e normal no quadro das experiências terrenas. Canalizá-la bem, elucidando-a até a sua diluição, é característica de ser saudável e lúcido, conforme assevera a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis. Mas como impedir que esta sensação inquietante se alastre e não ocupe mais espaços na nossa mente e sentimentos?
Segundo a nobre mentora de Divaldo Franco, o primeiro passo a ser dado é a aceitação de se estar sentindo raiva. Não há motivos para nos envergonhar-mos da raiva e do fato de senti-la. Camuflá-la perante atitudes de falsa humildade e santificação são atitudes de quem ilude a si próprio, optando pelo parecer em detrimento do ser.
Em seguida devemos nos indagar: “ Por que fiquei tão bravo ou brava com a atitude daquela pessoa? Por que me deixei atingir tanto? O que esta pessoa fez de tão desagradável a ponto de conseguir me desequilibrar o restante do dia?” Neste momento inicia-se a racionalização da raiva, e então é que percebemos que nós mesmos tivemos uma participação ativa na sua elaboração. Não foi o outro que produziu raiva em mim, pois somos nós que estamos sentindo raiva, logo nós mesmos a produzimos. Está em nós a sua origem e não no exterior.
Como dissemos, a raiva é uma reação emocional que ocorre toda vez que alguém vai de encontro ao nosso bem-estar, de maneira que nos sentimos ameaçados. O que então nos deixou tão ameaçados? Que área do meu ser aquela palavra proferida pelo ofensor atingiu de maneira tão precisa? Por que aquilo que foi dito significou tanto para nós?
A partir desse momento nós começamos a perceber que na verdade a sensação de inferioridade ou de ofensa não foi produzida pelo outro, ela já existia dentro de nós. Seria como se a palavra empregada fosse a chave certa para uma determinada idéia existente dentro de nós mesmos – ela já estava ali – bastava acioná-la.
Decorre daí o enunciado de Joanna de Ângelis, de que “a raiva é o lançamento de uma cortina de fumaça sobre nossos próprios defeitos, a fim de que eles não sejam percebidos pelos outros”, sendo que quanto maior for o complexo de inferioridade da pessoa, mais vulnerável ela será a tudo o que for direcionado a ela do mundo exterior.
Canalizar bem a raiva significa, assim, refletir sobre o porquê de nosso desequilíbrio momentâneo. Da mesma forma, outro recurso deve ser empregado: refletir sobre a origem do ato na outra pessoa. Isso significa perceber que a pessoa estava em desarmonia no momento em que agiu, de forma impensada, produzindo o conflito. Significa tentar perceber que o outro agiu sem nenhuma intenção de produzir o dano que nós agora sentimos.
Isso não significa, de maneira alguma, que devamos ser coniventes com o desrespeito e ironia das pessoas ao nosso redor, as quais agem sem pensar nas conseqüências de seus atos. Mostrar-se ofendido, mostrar-se desgostoso com a situação, demonstrar os sentimentos de contrariedade e até mesmo a raiva inerente à ofensa são reações perfeitamente normais, de quem respeita a si mesmo e se considera credor do respeito e consideração dos seus semelhantes. Da mesma forma, dar uma corrida, realizar exercícios físicos ou algum trabalho que leve à exaustão, são recursos valiosos para se diluir a raiva. Extravasar, contar para os amigos como se sente, também são atitudes saudáveis e terapêuticas. O que não se deve fazer é camufla-la, reprimi-la, pois então estaremos oportunizando o surgimento da mágoa e do ressentimento.
Certamente há situações em que a dor nos atinge sem que possamos nos defender. Ocorrências em que ficamos paralisados, sem saber como agir, tamanha nossa surpresa e decepção. Entretanto, parece que nunca estamos preparados para as decepções. Acreditamos que sempre seremos estimados e considerados por todos, e que as pessoas nunca irão nos trair – e então nos magoamos.
A ingratidão e a calúnia ainda fazem parte do orçamento moral da humanidade, e não há quem não se depare com elas em algum momento. Dependendo da pessoa autora do disparo, do lançamento do dardo, este parece penetrar o mais profundo da alma, produzindo enorme sofrimento. Muitas vezes, aquela pessoa em quem nós mais confiávamos nos trai, nos decepciona, nos fere – e a dor então é perfeitamente natural. Chorar, considerar a ocorrência injusta, demonstrar os sentimentos ao agressor, mostrando-lhe os ferimentos, são atitudes que auxiliam para que a dor diminua e se abrande. Contar aos amigos o ocorrido, demonstrando como se sentiu diante da situação, dizer o quê o magoou, são recursos que colaboram para que a mágoa não se instale na criatura.
Em nenhum momento devemos nos permitir guardar a mágoa, diz o espírito Hammed. Quando a mágoa se instala, o indivíduo vai perdendo aos poucos a alegria de viver, avançando em direção aos estados depressivos e de melancolia – extinguindo-se o prazer pela vida. A mágoa cultivada aloja-se em determinado órgão e o desvitaliza, alterando o funcionamento normal das células. Quando dissimulada e agasalhada nas profundezas da alma, se volta contra o próprio indivíduo, em um processo de autopunição inconsciente. Neste caso, o indivíduo passa a considerar a si próprio culpado pelo ocorrido, e então se pune, a fim de expiar a sua culpa.
Segundo Sigmund Freud, o grande psicanalista do século vinte, todos nós temos uma certa predisposição orgânica para cedermos à somatização de algum conflito. Esta se dá geralmente em algum órgão específico. Desta forma, muitos de nossos adoecimentos repentinos são fruto do que ele chamou de complacência somática. Nós guardamos a mágoa ou “fazemos de conta” que ela não existe. Como os sentimentos não morrem, eles são drenados no próprio ser, ferindo aquele que lhe deu abrigo.
Mais uma vez, assevera Joanna de Ângelis, devemos recorrer à racionalização do ocorrido. Refletirmos sobre o desequilíbrio da outra pessoa, sobre sua insensatez e situação infeliz, o que faz com que a mágoa vá perdendo terreno para a compreensão e impedindo que o acontecimento venha a repetir-se continuamente na mente da criatura através do ressentimento.
O ressentimento é o produto direto da repressão da raiva. Não expressamos nossos sentimentos ao ofensor, não lhe demonstramos nosso desapontamento e desgosto e então passamos a guardá-la, a fim de desferi-la no momento oportuno.
O ressentimento é fruto de nosso atraso moral. Nós guardamos a dor da ofensa a fim de esperar o momento oportuno da vingança, do revide, a fim de sobrepormos nosso ego ferido em relação ao ego do ofensor. Quando isto acontece, um sentimento de animosidade cresce dentro de nós a cada dia, até que a convivência com a outra pessoa se torne insuportável. Um olhar não suporta mais o outro e a relação cessa por completo. Muitas amizades terminam assim, por falta de diálogo, de sinceridade e humildade em reconhecer-mos para o outro que ficamos chateados com sua atitude. Casais acumulam memórias de brigas, guardando lembranças de atritos que já ocorreram há meses, sem trocarem sequer uma palavra sobre o assunto, criando um clima silencioso o qual vai tornando o ressentido amargo e infeliz. Assim, há pessoas que possuem sobre o olhar uma “máscara espessa”....que encobre qualquer sorriso...Chegam a nos causar quase medo! É a amargura...que vai retirando toda a alegria de viver da pessoa.
Nós devemos reagir imediatamente ao ressentimento, impedindo o seu desdobramento. Sem dúvida que existem pessoas que se comprazem na calúnia, em proferir ofensas e mentiras sobre toda e qualquer pessoa. Não devemos sintonizar com este tipo de faixa vibratória e aceitar-lhes os dardos infamantes.
Quando optamos por não guardar ressentimentos estamos fazendo um bem a nós mesmos, impedindo a desarmonia e inquietação decorrentes da sua instalação nos painés das emotividade. O outro, porque em desequilíbrio, receberá os frutos de suas ações, decorrente da faixa em que se encontra.
A causa destes algozes da alma humana, tais como a raiva, a mágoa e o ressentimento, quase sempre é a mesma: a falta de auto-estima da criatura, ou seja, a falta de amor por si mesmo. Quando valorizamos em demasia o olhar de amigos, colegas e familiares, estamos nos apoiando em terreno movediço. Nos tornamos apegados e dependentes.
Por outro lado, quanto mais nos descobrimos, quanto mais passamos a desenvolver nossas potencialidades, reconhecendo nossos valores e nossa beleza única, mais seguros nos tornamos, de maneira que a raiva e a mágoa não encontram alicerces para sua instalação.
Aquele que se ama e valoriza não se magoa facilmente e tampouco fica irado com qualquer palavra descabida de um colega de trabalho ou amigo. Dessa forma, trabalhar pelo desenvolvimento de nossa auto-estima é o melhor antídoto para evitarmos o acúmulo do lixo mental dos ressentimentos e mágoas.
Na origem de nossos males – por mais que insistamos em culpar os outros - , sempre está a própria criatura, herdeira de si mesma.
Texto: http://www.ipepe.com.br/
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Laura Pausini: Eu Canto
A neblina que cai de manhã,
As pedras no caminho,
O falcão que voará,
O primeiro trovão que virá,
A neve que desmanchará, correndo em direção ao mar.
A marca de uma cabeça no travesseiro,
Os passos lentos e incertos de um menino,
O olhar de serenidade,
A mão que se estenderá,
A alegria de quem esperará,
Por tudo isso e o que virá...
... eu canto...
As mãos no bolso, canto.
A voz em festa, canto.
A música na cabeça, canto.
Corro no vento e canto.
A vida inteira, canto.
A primavera, canto.
A minha prece, canto.
Pra quem me escutar...
Quero cantar,
Sempre cantar...
O cheiro do café na cozinha,
A casa cheia de manhã,
E o elevador que não vai...
O amor pela minha cidade,
As pessoas que sorriem pela estrada.
Os ramos que se entrelaçam no céu,
Um velho que caminha totalmente sozinho,
O verão que depois passará,
O grão que amadurecerá,
A mão que o colherá,
Por tudo isso e o que virá...
... eu canto...
As mãos no bolso, canto.
A voz em festa, canto.
A música na cabeça, canto.
Corro no vento e canto.
A vida inteira, canto.
A primavera, canto.
O último anoitecer, canto.
Pra quem me escutar...
Quero cantar,
Sempre cantar...
Cantar...
(canto)
As mãos no bolso...
(canto)
A voz em festa, canto...
(canto)
A vida inteira, canto...
Corro no vento e canto.
Eu canto
A vida inteira, canto.
Eu canto... pra quem me escutar...
(pra que me escutar)
Pra quem me escutar...
Viver na defensiva
O comportamento defensivo se externa quando a pessoa, através de suas desconfianças, percebe perigo no grupo, desgastando assim suas energias numa autodefesa - que pode ser inútil, se o perigo não for real e não passar de uma "encucação" da pessoa. Nesta óptica, dividimos as pessoas em dois tipos. De um lado, temos as pessoas naturais, seguras, que enfrentam os desafios e são mais sinceras. Sabem moldar-se às necessidades, porque acreditam em si próprias. Não que deixem de sentir as injustiças, mas vão caminhando em meio a elas, vão caindo e se levantando, aprendendo, amadurecendo e trocando idéias. E dessa forma que se realiza a troca afetiva.
De outro lado, há pessoas inseguras ou medrosas, que nunca estão no seu natural. Colocam-se sempre na defensiva, preocupadas consigo mesmas, num esforço desmedido em saber como estão sendo vistas pêlos outros, como devem fazer para serem identificadas de forma mais favorável: como vencer, impressionar, manter-se impune ou, então, como reduzir ou evitar um ataque por antecipação.
As pessoas soltas, menos preocupadas com o seu mundinho, mostram sempre o que são. Se agradam, ótimo. Se não agradam, não se desesperam. O que não as impede de se questionarem sobre possíveis falhas em seu comportamento. Elas têm capacidade de reconhecer o próprio erro e voltar atrás, pela consciência profunda de seus limites humanos.
Mas há o reverso da medalha. Determinadas pessoas são sempre "as tais". Como donas da verdade, não admitem nada que contrarie seu modo de pensar e ser. Querem que os outros ajam pela cabeça delas, ao mesmo tempo que usam a defesa para não serem atacadas. Só que a melhor atitude perante a vida é a sinceridade. Se alguém errou, por que não admitir o próprio erro? Se ninguém é perfeito, por que justificar-se o tempo todo ou abusar das justificativas para mostrar-se diferente do que na verdade é? Quem se justifica continuamente não tem fibra, responsabilidade, respeito pêlos outros. Desgasta de tal forma as desculpas, que ninguém mais acredita nelas.
O defensivo sempre pensa que os outros são bobos. Não quer dar o braço a torcer em determinadas circunstâncias, para não mostrar suas fraquezas. E, ao tentar enganar os outros, engana-se a si mesmo. Mas em pior situação está aquele que, além de colocar-se na defensiva, é agressivo. Externa, com esse procedimento, as frustrações, angústias e mágoas que carrega dentro de si. Esquece-se de que ninguém deve pagar pelo seu mau-humor.
De outro lado, há pessoas inseguras ou medrosas, que nunca estão no seu natural. Colocam-se sempre na defensiva, preocupadas consigo mesmas, num esforço desmedido em saber como estão sendo vistas pêlos outros, como devem fazer para serem identificadas de forma mais favorável: como vencer, impressionar, manter-se impune ou, então, como reduzir ou evitar um ataque por antecipação.
As pessoas soltas, menos preocupadas com o seu mundinho, mostram sempre o que são. Se agradam, ótimo. Se não agradam, não se desesperam. O que não as impede de se questionarem sobre possíveis falhas em seu comportamento. Elas têm capacidade de reconhecer o próprio erro e voltar atrás, pela consciência profunda de seus limites humanos.
Mas há o reverso da medalha. Determinadas pessoas são sempre "as tais". Como donas da verdade, não admitem nada que contrarie seu modo de pensar e ser. Querem que os outros ajam pela cabeça delas, ao mesmo tempo que usam a defesa para não serem atacadas. Só que a melhor atitude perante a vida é a sinceridade. Se alguém errou, por que não admitir o próprio erro? Se ninguém é perfeito, por que justificar-se o tempo todo ou abusar das justificativas para mostrar-se diferente do que na verdade é? Quem se justifica continuamente não tem fibra, responsabilidade, respeito pêlos outros. Desgasta de tal forma as desculpas, que ninguém mais acredita nelas.
O defensivo sempre pensa que os outros são bobos. Não quer dar o braço a torcer em determinadas circunstâncias, para não mostrar suas fraquezas. E, ao tentar enganar os outros, engana-se a si mesmo. Mas em pior situação está aquele que, além de colocar-se na defensiva, é agressivo. Externa, com esse procedimento, as frustrações, angústias e mágoas que carrega dentro de si. Esquece-se de que ninguém deve pagar pelo seu mau-humor.
Inúmeras pessoas queixam-se de que tudo lhes sai errado na vida. Deve haver uma causa para esse azar todo. Há coisas que não dão certo mesmo. Mas algumas saem erradas por culpa da própria pessoa. De quem quer que seja a culpa pelo fracasso, é importante que a pessoa malsucedida naquele momento não desconte seus infortúnios em cima de quem convive com ela, usando parentes e amigos como bodes expiatórios. O que ela deve fazer é manter a serenidade, ter paciência e ir consertando os desvios de rota que aconteceram.
No mundo dos defensivos, existem dois tipos de pessoas: a melosa e a agressiva. As duas assumem atitudes errôneas. A melosa apela para a chantagem emocional, fazendo-se de vítima quando deseja esconder-se atrás de uma desculpa. Agindo assim, pensa que impressiona ou comove seu interlocutor. Ledo engano. Ninguém é tão bobo a ponto de acreditar todos os dias em desculpas esfarrapadas. Enganar algumas vezes é até possível. Mas sempre, não.
Os que se colocam na defensiva através da agressividade não querem se sentir expostos (e por isso criam uma barreira de medo que afasta as pessoas) ou desejam impressionar de alguma forma aqueles que deles se aproximam. Esses ficarão sozinhos na vida. No começo, acharão bom, mas depois concluirão que convivência não é isolamento.
Há outra forma de agredir: a daqueles que ficam sempre "em cima do muro", tentando levar vantagem e tirar partido dos dois lados. Esses são uns coitados. Têm um trabalho insano para se equilibrar entre duas posições e, no final, desagradam a todos e a si mesmos. Agradar a gregos e troianos é algo que ninguém nunca conseguiu.
Na vida há coisas boas e más, das quais gostamos ou não. Há sonhos frustrados, empenhos não gratificados. Essa é a condição do ser humano. Em meio a tantas vicissitudes e divergências, o que vale é a vontade, o querer. O modo de viver em sociedade deveria brotar dessa vontade de querer ser sempre sincero, legal, sem artifícios nem "armações". Seria bem mais fácil viver.
Texto: Maria Helena Brito Izzo
Psicóloga e terapeuta familiar. / Fonte: Revista Família Cristã
Psicóloga e terapeuta familiar. / Fonte: Revista Família Cristã
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Me Dispare, Dispara
A televisão desligou
A mariposa, sem a luz caiu
Acontece comigo também
É um de meus limites
Por qualquer coisa eu caio
E calafrios sinto cada vez mais
Mas você sempre dizia,
sempre você
Eu te disse veja
Sinto o perfume da cidade
Onde me fecho em solidão
Este é outro dos meus limites
Quando penso em você, sinto que
Calafrios me dão novamente
Fui estúpida, eu sei
Eu sei...
Eu sei...
Não pense mais em mim
Me mire e dispare,
Seu coração parti, amor me dispare, dispara
Não pense mais em mim
Não espere nada de mim
Seu coração, parti, amor
Me dispare, dispara,aqui,aqui
Sei bem quem sou
Mesmo que não tenha lido "Freud"
É minha maneira de pensar
E que não posso superar,
Só por isso estou aqui,
E você a milhares de quilômetros
Que dormirá não sei com quem
agora ali,
agora ali
Não pense mais em mim
Não pense mais em mim
Me mire e dispare,
Seu coração parti, amor
Me dispare, dispara
Não pense mais em mim
Não espere nada de mim
Seu coração, parti
amor, me dispare, dispara aqui
aqui
dispare aqui
dispara
Não pense mais em mim
Me mire e dispare,
Seu coração parti, amor
Me dispare, dispara
Não pense mais em mim
Não espere nada de mim
Seu coração, parti, amor
Me dispare, dispara aqui,
aqui
Amor, dispare aqui
Amor, dispare, dispare
Navalha
E a água desliza...
cabeça abaixo...nada a retém nada segura...
e os pensamentos não param...
como uma navalha tentando romper a carne.
A água limpa o porte,
quisera a alma...
Parece carregar os dilemas,suavizar os problemas...
na pele impermeável,como chuva bate e escorre...
-- Te deixo entrar...invadir e carregar...
Os sentimentos servem para endurecer e sensibilizar...
A pele... que outrora era crua...
hoje...vê e senti queimar...
Texto: Lu Carvalho
cabeça abaixo...nada a retém nada segura...
e os pensamentos não param...
como uma navalha tentando romper a carne.
A água limpa o porte,
quisera a alma...
Parece carregar os dilemas,suavizar os problemas...
na pele impermeável,como chuva bate e escorre...
-- Te deixo entrar...invadir e carregar...
Os sentimentos servem para endurecer e sensibilizar...
A pele... que outrora era crua...
hoje...vê e senti queimar...
Texto: Lu Carvalho
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O Perdão
Todos nós buscamos a felicidade. Mas que felicidade é essa que quanto mais se procura mais distante fica? Para que realmente a encontremos é necessário conhecermos a nós mesmos e colocarmos em prática a nossa reforma íntima, ou seja, a renovação das nossas atitudes.
Por isso, hoje, falaremos sobre o perdão, uma das maiores virtudes, através das quais alcançaremos a paz e a felicidade interior.
Como nos mostra Miramez em Horizontes da Mente, o PERDÃO é um fato, sem que exista discussão sobre o assunto, pois se fundamenta no amor e é sustentado pela caridade, sem insultar a lei da justiça.
Infelizmente, nosso conceito de perdão pode limitar ou dificultar a nossa capacidade de perdoar. Dizem que perdoar é coisa de gente fraca , medrosa, boba. Possuímos crenças negativas de que perdoar é aceitar de forma passiva tudo o que nos fizeram. Achamos que perdoar é aceitar agressões, desrespeito aos nossos direitos. Muitos afirmam: "eu não levo desaforo para casa!..." Somos alguns destes?
Será que a pessoa que perdoa demonstra fraqueza de caráter? Temos a certeza que não. Aliás esta certeza não é nossa, mas do Cristo que nos recomendou e viveu o perdão incondicional. E não consta que o Mestre tenha demonstrado em Sua vida fraqueza de caráter. Alguns até pensaram que ele era meio fraco, já que quando perseguido e açoitado, não esboçou qualquer gesto de reação e no auge do seu martírio ainda foi capaz de pedir ao Pai que perdoasse os seus ofensores.
Até hoje ninguém lembra daqueles que o crucificaram, mas o nome do "imaginado fraco", do grande pacificador, cruzou os mares, venceu a linha do tempo, ficando conhecido em todo o mundo, a tal ponto de dividir a história da humanidade em antes e depois Dele.
Não existe uma razão plausível para não perdoar, mas existem muitas razões para exercitarmos o perdão. Vamos ver algumas delas?
A primeira razão para perdoar encontra-se na constatação de que todos nós ainda somos imperfeitos. Não há ninguém, no atual estágio do planeta Terra, que tenha atingido a perfeição, por isso, o erro faz parte das nossas vidas. A visão da eternidade, que a doutrina espírita nos mostra, abre os nossos horizontes, pois se já percorremos inúmeras encarnações, muito já aprendemos, porém temos que aprender outras centenas de lições. E como o Criador está em constante processo de criação, cada um de nós iniciou sua trajetória evolutiva em época diferente da dos demais. Logo, cada um de nós está em determinada faixa evolutiva, com determinados aprendizados já realizados e com muitos outros a serem realizados.
Então, se alguém nos ofende, não o faz por maldade, mas por ignorância. Ignorância, significa, que quem nos ofendeu ignora, ainda não aprendeu a lição do respeito. Somente quem tem a visão da imortalidade do espírito pode compreender a trajetória que todos nós realizamos, passo a passo, degrau a degrau.
Um exemplo simples: se déssemos a um aluno do Primeiro Grau uma equação algébrica para ele resolver, dificilmente conseguiria e nem por isso seus professores ficariam decepcionados com ele. Simplesmente entenderiam que ele não estava em condições de resolver o problema. Ele ainda era ignorante em álgebra. Futuramente não será mais.
Sendo assim, haveremos de aceitar as pessoas como elas são; cheias de virtudes e defeitos. Não há perfeição, ainda somos imperfeitos. Vamos sair da ilusão de que os outros devem ser perfeitos, principalmente quando agem conosco.
Muitos dizem: "Ah, eu me desiludi com aquela pessoa". É claro! Sabem porquê ? Porque se iludiram com ela, pensando que esta seria perfeita o tempo todo. Provavelmente, notaram muitas virtudes e aí passaram a imaginar que aquela pessoa era um "anjo caído do céu", mas quando esta mostrou os seus defeitos, veio a desilusão, o engano, a decepção. Aí, muitos dizem que não conseguem perdoar porque estão muito magoados. Porém, o problema não está no outro, pois era previsível que por mais especial que esta pessoa fosse, um dia acabaria agindo de forma diferente daquela que esperávamos. O erro está em nós, que não aceitamos as pessoas como elas são.
Será que estamos aceitando as pessoas como são? Será que não estamos esperando muito dos outros? Será que estamos esperando lidar com seres angélicos num planeta de provas e expiações?
Podemos dizer: Sem Aceitação, Não há Perdão!
Nos aceitando e aos nossos irmãos como eles são, nossos relacionamentos ficarão melhores. Sabem porquê? Porque não haverá tanta cobrança, tanta expectativa. E quando eles ou nós errarmos, e eventualmente nos prejudicarmos, haveremos de lembrar do Mestre Jesus, que perdoou a todos, exatamente porque aceitou a cada um de nós do jeitinho que somos.
Um outro motivo para esquecermos as ofensas está na constatação de que o perdão traz um grande alívio para quem perdoa. Nem sempre para quem é perdoado. Porque muitas vezes quem é perdoado não consegue se livrar da sua consciência, mas este também precisa aprender a se perdoar e a recomeçar novamente. O autoperdão também é importante. Para que reconhecendo os nossos erros encontremos forças para reformular nossas atitudes e começar uma nova vida.
Considerando a própria fragilidade, o indivíduo deve conceder-se a oportunidade de reparar os males praticados, reabilitando-se perante si mesmo e perante aqueles a quem haja prejudicado.
O arrependimento, puro e simples, se não acompanhado da ação reparadora, é tão inócuo e prejudicial quanto a falta dele.
O autoperdão ajuda o amadurecimento moral, porque propicia clara visão responsabilidade, levando o indivíduo a cuidadosas reflexões, antes de tomar atitudes agressivas ou negligentes, precipitadas ou contraditórias no futuro.
Quando alguém se perdoa, aprende também a desculpar, oferecendo a mesma oportunidade ao seu próximo.
Caso não nos perdoarmos ou não perdoarmos alguém, carregaremos os sentimentos de mágoa e ressentimentos e este lixo tóxico produzirá em nosso organismo doenças de difícil tratamento. Por que? Porque se alimentarmos idéias de ódio e vingança entramos na mesma sintonia de agressão e sobrecarregamos nossos centros energéticos, perturbando o nosso organismo, desencadeando um mundo de distúrbios, fazendo com que nosso espírito sofra as conseqüências do que provocou.
Eis o porquê do PERDÃO.
Muitos podem estar se perguntando como podemos aprender a perdoar.
Uma das ferramentas básicas para alcançarmos o perdão real, é conseguirmos nos manter a uma certa "distância psíquica" da pessoa, do problema ou das discussões. O que seria esta distância psíquica? É conseguirmos analisar, o problema como se não fosse conosco. Porque este distanciamento fará com que não exageremos na interpretação do problema, caindo em impulsos desequilibrados causando uma sobrecarga em nossa energia mental. A mente com este desequilíbrio dificulta o perdão. Então, nos desligando da agressão ou do desrespeito, nosso pensamento vai sintonizar com mais clareza e nitidez no bem, renovando a "atmosfera mental".
Ao desprendermo-nos mentalmente, passamos a usar construtivamente os poderes do nosso pensamento, evitando os "deveria ter falado ou agido", eliminando da nossa imaginação os acontecimentos infelizes que aconteceram conosco.
É fator imprescindível, ao "separar-nos" emocionalmente de acontecimentos infelizes, a TERAPIA DA PRECE como forma de nos harmonizarmos, pois a prece refaz os sentimentos de paz e serenidade, facilitando a harmonização interior.
Desligar-se não é um processo de nos tornar insensíveis e frios, comportando-nos como criaturas inacessíveis as ofensas e críticas. Desligar-se, quer dizer deixar de alimentar-se das relações destrutivas, desvincular-se mentalmente das relações doentias ou de problemas que não podemos solucionar no momento.
Ao soltarmo-nos desses fluidos que nos amarram a essas crises, temos a chance de enxergarmos novas formas de resolver dificuldades e desenvolvermos a nobre tarefa de nos compreender e compreender os outros.
Quando aceitaremos fazer este "distanciamento" mais facilmente? Quando conseguirmos acreditar que cada ser humano é capaz de resolver seus problemas, e é responsável por todos os seus feitos na vida, permitindo que sejam, e se comportem como queiram, dando-nos a nós essa mesma liberdade.
Viver nos impondo certa "distância psicológica" às pessoas ou coisas problemáticas, sejam entes queridos difíceis ou companheiros complicados, não significa que deixaremos de nos importar com eles ou de amá-los ou de perdoar-lhes, mas sim de viver sem enlouquecer pela ânsia de tudo compreender, suportar e admitir.
Compreendendo, que ao promovermos, este distanciamento psicológico, teremos mais habilidade e disponibilidade para percebermos o processo que há por trás dos comportamentos agressivos, permitindo-nos não reagir da mesma maneira que fazíamos e sim olharmos "como é, como está sendo feito" nosso modo de nos relacionar com os outros, isto nos leva a começar a entender a dinâmica do perdão.
Uma das mais eficientes técnicas de perdoar é retomar o vital contato conosco mesmo, deixando-nos de ser vítimas de forças fora do nosso controle para transformar-nos em criaturas que criam sua própria realidade de vida, pois como já diz o nosso querido Divaldo Pereira Franco:
"O PERDÃO É SEMPRE PARA QUEM PERDOA".
Por isso, não nos contaminemos pela raiva, pela cólera e pela mágoa. Vivamos em paz e com a nossa consciência tranqüila pronta para merecer o perdão das pessoas que prejudicamos com os nossos atos, palavras e pensamentos, pois somente será perdoado aquele que perdoa. Essa é a lei.
Façamos uma proposta conosco mesmo: passemos uma borracha em todos os sentimentos de mágoa que e ainda temos. Libertemo-nos do ódio, expulsemos a mágoa, perdoemos os nossos ofensores e a nós mesmos, pois todos nós necessitamos do perdão Deus ensinado por Jesus na oração do Pai Nosso.
Se Deus, a Suprema Bondade, compreende nosso erros, porque não haveríamos de entender os erros alheios?
Experimente perdoar, pois quem aprender a perdoar jamais se esquecerá, por sentir os efeitos de felicidade que advém deste fato.
Fonte: http://www.espirito.org.br/ - Cristiane Bicca
E SEMPRE SERÁ ASSIM...UM PERDOANDO O OUTRO...

Por isso, hoje, falaremos sobre o perdão, uma das maiores virtudes, através das quais alcançaremos a paz e a felicidade interior.
Como nos mostra Miramez em Horizontes da Mente, o PERDÃO é um fato, sem que exista discussão sobre o assunto, pois se fundamenta no amor e é sustentado pela caridade, sem insultar a lei da justiça.
Infelizmente, nosso conceito de perdão pode limitar ou dificultar a nossa capacidade de perdoar. Dizem que perdoar é coisa de gente fraca , medrosa, boba. Possuímos crenças negativas de que perdoar é aceitar de forma passiva tudo o que nos fizeram. Achamos que perdoar é aceitar agressões, desrespeito aos nossos direitos. Muitos afirmam: "eu não levo desaforo para casa!..." Somos alguns destes?
Será que a pessoa que perdoa demonstra fraqueza de caráter? Temos a certeza que não. Aliás esta certeza não é nossa, mas do Cristo que nos recomendou e viveu o perdão incondicional. E não consta que o Mestre tenha demonstrado em Sua vida fraqueza de caráter. Alguns até pensaram que ele era meio fraco, já que quando perseguido e açoitado, não esboçou qualquer gesto de reação e no auge do seu martírio ainda foi capaz de pedir ao Pai que perdoasse os seus ofensores.
Até hoje ninguém lembra daqueles que o crucificaram, mas o nome do "imaginado fraco", do grande pacificador, cruzou os mares, venceu a linha do tempo, ficando conhecido em todo o mundo, a tal ponto de dividir a história da humanidade em antes e depois Dele.
Não existe uma razão plausível para não perdoar, mas existem muitas razões para exercitarmos o perdão. Vamos ver algumas delas?
A primeira razão para perdoar encontra-se na constatação de que todos nós ainda somos imperfeitos. Não há ninguém, no atual estágio do planeta Terra, que tenha atingido a perfeição, por isso, o erro faz parte das nossas vidas. A visão da eternidade, que a doutrina espírita nos mostra, abre os nossos horizontes, pois se já percorremos inúmeras encarnações, muito já aprendemos, porém temos que aprender outras centenas de lições. E como o Criador está em constante processo de criação, cada um de nós iniciou sua trajetória evolutiva em época diferente da dos demais. Logo, cada um de nós está em determinada faixa evolutiva, com determinados aprendizados já realizados e com muitos outros a serem realizados.
Então, se alguém nos ofende, não o faz por maldade, mas por ignorância. Ignorância, significa, que quem nos ofendeu ignora, ainda não aprendeu a lição do respeito. Somente quem tem a visão da imortalidade do espírito pode compreender a trajetória que todos nós realizamos, passo a passo, degrau a degrau.
Um exemplo simples: se déssemos a um aluno do Primeiro Grau uma equação algébrica para ele resolver, dificilmente conseguiria e nem por isso seus professores ficariam decepcionados com ele. Simplesmente entenderiam que ele não estava em condições de resolver o problema. Ele ainda era ignorante em álgebra. Futuramente não será mais.
Sendo assim, haveremos de aceitar as pessoas como elas são; cheias de virtudes e defeitos. Não há perfeição, ainda somos imperfeitos. Vamos sair da ilusão de que os outros devem ser perfeitos, principalmente quando agem conosco.
Muitos dizem: "Ah, eu me desiludi com aquela pessoa". É claro! Sabem porquê ? Porque se iludiram com ela, pensando que esta seria perfeita o tempo todo. Provavelmente, notaram muitas virtudes e aí passaram a imaginar que aquela pessoa era um "anjo caído do céu", mas quando esta mostrou os seus defeitos, veio a desilusão, o engano, a decepção. Aí, muitos dizem que não conseguem perdoar porque estão muito magoados. Porém, o problema não está no outro, pois era previsível que por mais especial que esta pessoa fosse, um dia acabaria agindo de forma diferente daquela que esperávamos. O erro está em nós, que não aceitamos as pessoas como elas são.
Será que estamos aceitando as pessoas como são? Será que não estamos esperando muito dos outros? Será que estamos esperando lidar com seres angélicos num planeta de provas e expiações?
Podemos dizer: Sem Aceitação, Não há Perdão!
Nos aceitando e aos nossos irmãos como eles são, nossos relacionamentos ficarão melhores. Sabem porquê? Porque não haverá tanta cobrança, tanta expectativa. E quando eles ou nós errarmos, e eventualmente nos prejudicarmos, haveremos de lembrar do Mestre Jesus, que perdoou a todos, exatamente porque aceitou a cada um de nós do jeitinho que somos.
Um outro motivo para esquecermos as ofensas está na constatação de que o perdão traz um grande alívio para quem perdoa. Nem sempre para quem é perdoado. Porque muitas vezes quem é perdoado não consegue se livrar da sua consciência, mas este também precisa aprender a se perdoar e a recomeçar novamente. O autoperdão também é importante. Para que reconhecendo os nossos erros encontremos forças para reformular nossas atitudes e começar uma nova vida.
Considerando a própria fragilidade, o indivíduo deve conceder-se a oportunidade de reparar os males praticados, reabilitando-se perante si mesmo e perante aqueles a quem haja prejudicado.
O arrependimento, puro e simples, se não acompanhado da ação reparadora, é tão inócuo e prejudicial quanto a falta dele.
O autoperdão ajuda o amadurecimento moral, porque propicia clara visão responsabilidade, levando o indivíduo a cuidadosas reflexões, antes de tomar atitudes agressivas ou negligentes, precipitadas ou contraditórias no futuro.
Quando alguém se perdoa, aprende também a desculpar, oferecendo a mesma oportunidade ao seu próximo.
Caso não nos perdoarmos ou não perdoarmos alguém, carregaremos os sentimentos de mágoa e ressentimentos e este lixo tóxico produzirá em nosso organismo doenças de difícil tratamento. Por que? Porque se alimentarmos idéias de ódio e vingança entramos na mesma sintonia de agressão e sobrecarregamos nossos centros energéticos, perturbando o nosso organismo, desencadeando um mundo de distúrbios, fazendo com que nosso espírito sofra as conseqüências do que provocou.
Eis o porquê do PERDÃO.
Muitos podem estar se perguntando como podemos aprender a perdoar.
Uma das ferramentas básicas para alcançarmos o perdão real, é conseguirmos nos manter a uma certa "distância psíquica" da pessoa, do problema ou das discussões. O que seria esta distância psíquica? É conseguirmos analisar, o problema como se não fosse conosco. Porque este distanciamento fará com que não exageremos na interpretação do problema, caindo em impulsos desequilibrados causando uma sobrecarga em nossa energia mental. A mente com este desequilíbrio dificulta o perdão. Então, nos desligando da agressão ou do desrespeito, nosso pensamento vai sintonizar com mais clareza e nitidez no bem, renovando a "atmosfera mental".
Ao desprendermo-nos mentalmente, passamos a usar construtivamente os poderes do nosso pensamento, evitando os "deveria ter falado ou agido", eliminando da nossa imaginação os acontecimentos infelizes que aconteceram conosco.
É fator imprescindível, ao "separar-nos" emocionalmente de acontecimentos infelizes, a TERAPIA DA PRECE como forma de nos harmonizarmos, pois a prece refaz os sentimentos de paz e serenidade, facilitando a harmonização interior.
Desligar-se não é um processo de nos tornar insensíveis e frios, comportando-nos como criaturas inacessíveis as ofensas e críticas. Desligar-se, quer dizer deixar de alimentar-se das relações destrutivas, desvincular-se mentalmente das relações doentias ou de problemas que não podemos solucionar no momento.
Ao soltarmo-nos desses fluidos que nos amarram a essas crises, temos a chance de enxergarmos novas formas de resolver dificuldades e desenvolvermos a nobre tarefa de nos compreender e compreender os outros.
Quando aceitaremos fazer este "distanciamento" mais facilmente? Quando conseguirmos acreditar que cada ser humano é capaz de resolver seus problemas, e é responsável por todos os seus feitos na vida, permitindo que sejam, e se comportem como queiram, dando-nos a nós essa mesma liberdade.
Viver nos impondo certa "distância psicológica" às pessoas ou coisas problemáticas, sejam entes queridos difíceis ou companheiros complicados, não significa que deixaremos de nos importar com eles ou de amá-los ou de perdoar-lhes, mas sim de viver sem enlouquecer pela ânsia de tudo compreender, suportar e admitir.
Compreendendo, que ao promovermos, este distanciamento psicológico, teremos mais habilidade e disponibilidade para percebermos o processo que há por trás dos comportamentos agressivos, permitindo-nos não reagir da mesma maneira que fazíamos e sim olharmos "como é, como está sendo feito" nosso modo de nos relacionar com os outros, isto nos leva a começar a entender a dinâmica do perdão.
Uma das mais eficientes técnicas de perdoar é retomar o vital contato conosco mesmo, deixando-nos de ser vítimas de forças fora do nosso controle para transformar-nos em criaturas que criam sua própria realidade de vida, pois como já diz o nosso querido Divaldo Pereira Franco:
"O PERDÃO É SEMPRE PARA QUEM PERDOA".
Por isso, não nos contaminemos pela raiva, pela cólera e pela mágoa. Vivamos em paz e com a nossa consciência tranqüila pronta para merecer o perdão das pessoas que prejudicamos com os nossos atos, palavras e pensamentos, pois somente será perdoado aquele que perdoa. Essa é a lei.
Façamos uma proposta conosco mesmo: passemos uma borracha em todos os sentimentos de mágoa que e ainda temos. Libertemo-nos do ódio, expulsemos a mágoa, perdoemos os nossos ofensores e a nós mesmos, pois todos nós necessitamos do perdão Deus ensinado por Jesus na oração do Pai Nosso.
Se Deus, a Suprema Bondade, compreende nosso erros, porque não haveríamos de entender os erros alheios?
Experimente perdoar, pois quem aprender a perdoar jamais se esquecerá, por sentir os efeitos de felicidade que advém deste fato.
Fonte: http://www.espirito.org.br/ - Cristiane Bicca
E SEMPRE SERÁ ASSIM...UM PERDOANDO O OUTRO...

Borboletas, Aranhas e Joaninhas.
A camiseta é surrada, é de um amarelo vivo, lembra a cor do girassol, seria apenas uma camiseta abarrotada não fosse um detalhe, a pintura de uma borboleta em destaque na parte frontal, uma borboleta multicolorida batizada de Duprat, minha pequena homenagem ao maestro da tropicália.
Guardo a camiseta com carinho, ela tem um valor especial, foi pintada pelas mãos de uma mulher amada, que juntas às minhas rabiscaram o tecido, cada um, pincelada a pincelada, foi dando vida a borboleta estampada, e ela imóvel e indiferente a tudo, nem precisou bater asas, vestindo o meu peito passeou por aí...
Hoje a borboleta descansa em um baú, uma amiga certa vez se encantou com as cores da borboleta e até hoje espera recebê-la de presente.
Mulheres adoram borboletas, conheci várias que pintaram em seus corpos os contornos alados da borboleta.
Acho que conheço a alma das borboletas e acho que elas sabem disso, já percebi, sempre há uma me observando, camufladas e escondidas entre árvores e concreto elas batem asas a me seguir.
No mesmo baú em que guardo a borboleta pintada mora uma aranha de longas pernas, ela não tem o colorido de uma borboleta mas é de uma leveza nobre, como uma bailarina.
Quando eu era moleque morria de medo só em pensar numa, a idéia de me deparar com uma causava-me tremores, mas a bailarina do baú é inofensiva e já não tenho medo dos aracnídeos.
A bailarina de pernas longas passa muito tempo quieta, quando não, fica passeando pelas paredes, teto e mobília. Gosto de observá-la, ela com sua elegância tem simetria em sua postura, e eu sei, aranhas tem vários olhos,me causa inveja.
Não vejo muita relação entre borboletas, aranhas e joaninhas, umas fingem ter olhos para se protegerem, outras têm vários olhos e umas escondem suas asas. Joaninhas são muito carismáticas e parecem que já vivem aqui a milhares de anos, são muito sociáveis.
Outro dia vi uma joaninha pegar carona em um ônibus e ela escolheu a janela a meu lado, aquele mundo que sempre observo através das janelas dos ônibus por alguns minutos virou papel de parede, só tinha olhos para a joaninha que numa parada brusca do veículo sumiu, esperou apenas um piscar de olhos meu e partiu assim, à francesa.
Fonte: http://www.overmundo.com.br/
Guardo a camiseta com carinho, ela tem um valor especial, foi pintada pelas mãos de uma mulher amada, que juntas às minhas rabiscaram o tecido, cada um, pincelada a pincelada, foi dando vida a borboleta estampada, e ela imóvel e indiferente a tudo, nem precisou bater asas, vestindo o meu peito passeou por aí...
Hoje a borboleta descansa em um baú, uma amiga certa vez se encantou com as cores da borboleta e até hoje espera recebê-la de presente.
Mulheres adoram borboletas, conheci várias que pintaram em seus corpos os contornos alados da borboleta.
Acho que conheço a alma das borboletas e acho que elas sabem disso, já percebi, sempre há uma me observando, camufladas e escondidas entre árvores e concreto elas batem asas a me seguir.
No mesmo baú em que guardo a borboleta pintada mora uma aranha de longas pernas, ela não tem o colorido de uma borboleta mas é de uma leveza nobre, como uma bailarina.
Quando eu era moleque morria de medo só em pensar numa, a idéia de me deparar com uma causava-me tremores, mas a bailarina do baú é inofensiva e já não tenho medo dos aracnídeos.
A bailarina de pernas longas passa muito tempo quieta, quando não, fica passeando pelas paredes, teto e mobília. Gosto de observá-la, ela com sua elegância tem simetria em sua postura, e eu sei, aranhas tem vários olhos,me causa inveja.
Não vejo muita relação entre borboletas, aranhas e joaninhas, umas fingem ter olhos para se protegerem, outras têm vários olhos e umas escondem suas asas. Joaninhas são muito carismáticas e parecem que já vivem aqui a milhares de anos, são muito sociáveis.
Outro dia vi uma joaninha pegar carona em um ônibus e ela escolheu a janela a meu lado, aquele mundo que sempre observo através das janelas dos ônibus por alguns minutos virou papel de parede, só tinha olhos para a joaninha que numa parada brusca do veículo sumiu, esperou apenas um piscar de olhos meu e partiu assim, à francesa.
Fonte: http://www.overmundo.com.br/
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Laura Pausini -
Destino Paraíso
Neste carrosel frenético
Alma que volta não se vai
Eu sei por certo amigo
Eu também vim
Para te alcançar tive muito que correr
E se giro e olho ao meu redor
Verei que o mundo segue tão feliz
E você não esta aqui
E você não esta aqui
E me diga porque neste carrosel
Não se vê um lugar
Onde nós possamos ficar
Todo o que ja foi dito e
Todo o que se dirá
E agora sabe que
Eu que sei
Sei que tomo o trem que se vai à Cidade Paraíso
Digo-lhes adeus à todos e subo ao trem
Quando sai ja não penso que
Uma viagem em um sentido
Tem sentido sem um retorno
Sem estações nem confins
Só horizonentes mais não muito distantes
Eu me sentarei em meu lugar
E você me olhando, ao meu lado, me dirá:
Vamos: Destino ao Paraíso!
Uma viagem em um sentido
Tem sentido sem um retorno
Sem estações nem confins
Só horizontes mais não muito distantes
Eu me sentarei em meu lugar
E você me olhando, ao meu lado, me dirá:
Vamos, Destino ao Paraíso!
Eu que sei
Sei que tomo o trem que vai à Cidade Paraíso
Eu me sentarei em meu lugar
E você me olhando, ao meu lado, me dirá:
Vamos, Destino ao Paraíso!
Uma Cidade Paraíso.
Anseio
Eu respiro o perfume do lírio do campo
Que já não sustenta mais de angústia
Sangram as lágrimas que caem…
Suspira à saudade que varre as lembranças..
Quero cair….quero me jogar ao longe onde nada mais me acolherá
Quero derramar sozinha minhas lágrimas
Como o lírio, quero me isolar…
mesmo que eu sangre até a sublime morte…
Quero deitar-me sob a terra
e observar a beleza de estar vulnerável e sozinha
Ser absorvida para seu interior
Ser parte da sua essência
É tudo que quero e penso em sentir
Em meus mais profundos momentos de desespero
Quando minha alma exala o som da morte
Ao mesmo implícita o desejo de estar permeando a beleza vivida aos antepassados
Um desejo que arde…que anseia a interromper esse sentimento
Mas que não tem forças para lutar a isso…
A esperança que resta não basta…
Liga-se a mim por apenas um trêmulo fio
Que a qualquer momento, assim como minha vida,
poderá se romper...
Que já não sustenta mais de angústia
Sangram as lágrimas que caem…
Suspira à saudade que varre as lembranças..
Quero cair….quero me jogar ao longe onde nada mais me acolherá
Quero derramar sozinha minhas lágrimas
Como o lírio, quero me isolar…
mesmo que eu sangre até a sublime morte…
Quero deitar-me sob a terra
e observar a beleza de estar vulnerável e sozinha
Ser absorvida para seu interior
Ser parte da sua essência
É tudo que quero e penso em sentir
Em meus mais profundos momentos de desespero
Quando minha alma exala o som da morte
Ao mesmo implícita o desejo de estar permeando a beleza vivida aos antepassados
Um desejo que arde…que anseia a interromper esse sentimento
Mas que não tem forças para lutar a isso…
A esperança que resta não basta…
Liga-se a mim por apenas um trêmulo fio
Que a qualquer momento, assim como minha vida,
poderá se romper...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Animais também sofrem com hérnia de disco.
Você sabia que seu bicho está sujeito a ter hérnia de disco? O problema se manifesta nos animais assim como nos seres humanos mas, no caso dos pets, a hérnia tende a aparecer com a chegada da idade (a partir dos cinco anos) e com o ganho de peso.
Na coluna, há discos cartilaginosos em forma de anel que ficam entre as vértebras e evitam o atrito entre elas. Quando esses discos se desgastam, podem acabar se rompendo e pressionando a medula. Essa degeneração pode inflamar e virar uma hérnia.
Os sintomas são bem fáceis de identificar. Na maioria das vezes, o bicho perde agilidade, se locomove menos e em casos mais graves, pode até parar de andar.
Segundo o veterinário Marcelo Quinzani, a doença não tem cura, mas há tratamentos que incluem repouso, analgésicos e anti-inflamatórios. Em casos mais graves, é preciso fazer um procedimento cirúrgico. O tipo de tratamento vai depender da gravidade do caso e dos sinais clínicos envolvidos.
- Quando o animal tem crise de dor por hérnia de disco, a primeira indicação é o repouso. Em seguida, o dono deve procurar um médico veterinário. Deixar o bicho confortável é muito importante para controlar a dor.
O veterinário afirma que há como prevenir a doença:
- Deve-se controlar o peso e as atividade físicas mais bruscas, como subir e descer escadas, saltar nos móveis, etc.
Se não tratada, a hérnia pode evoluir e prejudicar demais o bicho. Dependendo do local da hérnia e do comprometimento medular, é muito comum perder os movimentos dos membros pélvicos ou mesmo de todos os membros.
- A procura do médico veterinário deve ser imediata e o bicho mantido em repouso.
Se o seu bicho estiver com este problema controle seu peso, tente fazê-lo repousar e não dispense o tratamento médico e/ou cirúrgico. Como não existe cura, a acupuntura para o controle da dor em longo prazo pode ser uma boa opção.
Fonte: http://entretenimento.r7.com/
Na coluna, há discos cartilaginosos em forma de anel que ficam entre as vértebras e evitam o atrito entre elas. Quando esses discos se desgastam, podem acabar se rompendo e pressionando a medula. Essa degeneração pode inflamar e virar uma hérnia.
Os sintomas são bem fáceis de identificar. Na maioria das vezes, o bicho perde agilidade, se locomove menos e em casos mais graves, pode até parar de andar.
Segundo o veterinário Marcelo Quinzani, a doença não tem cura, mas há tratamentos que incluem repouso, analgésicos e anti-inflamatórios. Em casos mais graves, é preciso fazer um procedimento cirúrgico. O tipo de tratamento vai depender da gravidade do caso e dos sinais clínicos envolvidos.
- Quando o animal tem crise de dor por hérnia de disco, a primeira indicação é o repouso. Em seguida, o dono deve procurar um médico veterinário. Deixar o bicho confortável é muito importante para controlar a dor.
O veterinário afirma que há como prevenir a doença:
- Deve-se controlar o peso e as atividade físicas mais bruscas, como subir e descer escadas, saltar nos móveis, etc.
Se não tratada, a hérnia pode evoluir e prejudicar demais o bicho. Dependendo do local da hérnia e do comprometimento medular, é muito comum perder os movimentos dos membros pélvicos ou mesmo de todos os membros.
- A procura do médico veterinário deve ser imediata e o bicho mantido em repouso.
Se o seu bicho estiver com este problema controle seu peso, tente fazê-lo repousar e não dispense o tratamento médico e/ou cirúrgico. Como não existe cura, a acupuntura para o controle da dor em longo prazo pode ser uma boa opção.
Fonte: http://entretenimento.r7.com/
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Essa terapia é o bicho
Estudos comprovam que donos de animais de estimação vivem mais e melhor. Se é assim, por que não usar esses dóceis bichinhos para ajudar as pessoas a ter mais saúde e bem-estar? Essa é a idéia da 'pet terapia', um método de tratamento que faz muito sucesso na terceira idade
O animal de estimação vem suprir essas carências, trazer novas responsabilidades e facilitar a comunicação com as pessoas", observa a médica veterinária Hannelore Fuchs (SP), mestre e doutora em psicologia, especialista em comportamento animal e zooterapia. A psicóloga e psicanalista formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), do Rio de Janeiro, Sara Gradel, concorda. Para ela, a grande e mais importante função do pet é estabelecer uma relação afetiva. "O bicho passa a substituir uma companhia, como a presença de um filho."
Ganhos para a saúde
Vários benefícios para o bem-estar físico e mental já foram comprovados, como diminuição da pressão sangüínea e da freqüência cardíaca, melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e da auto-estima, incremento da interação social e, por fim, até uma ação calmante e antidepressiva. Muitas vezes, a simples presença do animal estimula processos cognitivos, ajuda a relembrar fatos do passado, dá força para enfrentar tratamentos dolorosos e desconfortáveis e favorece a recuperação física. "Todas as doenças de origem psíquica e as decorrentes do processo de envelhecimento podem ser atenuadas - como o mal de Alzheimer, outros tipos de demência senil, depressão e artrite", explica a veterinária Hannelore.
Vale observar que adotar um bicho de estimação que exija dedicação diária mexe com a rotina - o que só traz vantagens para os idosos. Os cuidados necessários demandam um mínimo de exercício físico - e, no caso dos donos de cães, umas boas caminhadas diárias. A cabeça igualmente sai ganhando. "Pesquisadores da África do Sul comprovaram que o convívio com animais ativa a liberação de diferentes hormônios e neurotransmissores - como endorfina, dopamina, prolactina e oxitocina -, razão pela qual auxilia na diminuição do estresse", explica Vinicius Fava Ribeiro, fisioterapeuta da Organização Brasileira de Interação Homem-Animal Cão Coração (Obihacc) e da Terapia Assistida por Cães (TAC). Outro estudo desenvolvido pelo Journal of the American Association of Human-Animal Bond Veterinarian (EUA) mostra que a interação entre humanos e cães detona em ambos alterações hormonais que afetam o nível de endorfinas e outras substâncias pelo período de 15 minutos. A liberação desses componentes diminui a ação do cortisol, o hormônio do estresse, provocando sensações de bem-estar.
Segundo Sara Gradel, quando o idoso é acometido por doenças cerebrais em que há destruição de células - como no derrame - o animal pode funcionar como um grande estímulo para amenizar as seqüelas e acelerar a recuperação da fala e dos movimentos, por exemplo.
Instinto e auto-estima
.As razões para se aderir à 'pet terapia' são inúmeras. Em primeiro lugar, esse tratamento coloca o homem em contato com a natureza animal e faz despertar no paciente características como instinto e lealdade. Em segundo, é possível vivenciar uma relação baseada na confiança e no amor incondicional - o que, entre seres humanos, é mais raro. Não importa o que o dono faça ou diga, o bicho estará sempre ali para receber e dar atenção. Em resumo, ele não julga, não cobra e não pretende controlar, não há segundas intenções.
A proximidade entre um e outro é outra singularidade a considerar. O cãozinho se deixa tocar e acariciar, e está sempre pronto para mostrar sua satisfação, sua entrega, seu afeto. Se as pessoas de uma maneira geral precisam desse contato íntimo, que dirá um idoso carente e solitário. Dar e receber um afago, um chamego, um cafuné produz um efeito terapêutico. Além disso, é muito difícil sair para passear com um cachorro, por exemplo, e não ser abordado por alguém querendo brincar ou saber algo sobre ele. O círculo social aumenta, o mundo se amplia", observa o especialista Vinicius Ribeiro da TAC.
E tem mais: é fácil notar que o contato com o animal proporciona melhora da auto-estima, pela relação carinhosa estabelecida e também pelo fato de despertar o senso de responsabilidade. Os mais velhos se sentem úteis e valorizados, pois há alguém ali que precisa deles, de sua atenção e cuidados. "Eles passam a se perceber importantes novamente, o que é maravilhoso", diz a especialista em comportamento animal Hannelore
Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/
Um estudo publicado no conceituado American Journal of Cardiology, dos Estados Unidos (EUA), mostrou que o convívio com animais ajuda a controlar o estresse, diminui a pressão arterial e reduz o risco de problemas cardiovasculares. Pesquisas médicas realizadas na Austrália, por sua vez, concluíram que os donos de bichos fazem consultas com menor freqüência a clínicos gerais e requerem menos medicação do que as outras pessoas. Não acabou, não: são incontáveis os trabalhos científicos que apontam o quanto a interação do homem com o animal é capaz de reduzir problemas como depressão, ansiedade e solidão.
Agora tente relacionar esses dados com a realidade dos idosos no Brasil. Não são poucos os indivíduos que chegam à terceira idade sem uma atividade que os mantenha ocupados e, pior, sem um acolhimento familiar que lhes garanta o mínimo de atenção, cuidado e afeto. "Vivemos em uma sociedade que está envelhecendo e, mais que isso, por força das circunstâncias, as famílias são menores e há uma rejeição ao idoso. Seus contatos sociais se reduzem, ele vive, muitas vezes, isolado e acaba se sentindo inútil perante o mundo.O animal de estimação vem suprir essas carências, trazer novas responsabilidades e facilitar a comunicação com as pessoas", observa a médica veterinária Hannelore Fuchs (SP), mestre e doutora em psicologia, especialista em comportamento animal e zooterapia. A psicóloga e psicanalista formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), do Rio de Janeiro, Sara Gradel, concorda. Para ela, a grande e mais importante função do pet é estabelecer uma relação afetiva. "O bicho passa a substituir uma companhia, como a presença de um filho."
Ganhos para a saúde
Vários benefícios para o bem-estar físico e mental já foram comprovados, como diminuição da pressão sangüínea e da freqüência cardíaca, melhora do sistema imunológico, da capacidade motora e da auto-estima, incremento da interação social e, por fim, até uma ação calmante e antidepressiva. Muitas vezes, a simples presença do animal estimula processos cognitivos, ajuda a relembrar fatos do passado, dá força para enfrentar tratamentos dolorosos e desconfortáveis e favorece a recuperação física. "Todas as doenças de origem psíquica e as decorrentes do processo de envelhecimento podem ser atenuadas - como o mal de Alzheimer, outros tipos de demência senil, depressão e artrite", explica a veterinária Hannelore.
Vale observar que adotar um bicho de estimação que exija dedicação diária mexe com a rotina - o que só traz vantagens para os idosos. Os cuidados necessários demandam um mínimo de exercício físico - e, no caso dos donos de cães, umas boas caminhadas diárias. A cabeça igualmente sai ganhando. "Pesquisadores da África do Sul comprovaram que o convívio com animais ativa a liberação de diferentes hormônios e neurotransmissores - como endorfina, dopamina, prolactina e oxitocina -, razão pela qual auxilia na diminuição do estresse", explica Vinicius Fava Ribeiro, fisioterapeuta da Organização Brasileira de Interação Homem-Animal Cão Coração (Obihacc) e da Terapia Assistida por Cães (TAC). Outro estudo desenvolvido pelo Journal of the American Association of Human-Animal Bond Veterinarian (EUA) mostra que a interação entre humanos e cães detona em ambos alterações hormonais que afetam o nível de endorfinas e outras substâncias pelo período de 15 minutos. A liberação desses componentes diminui a ação do cortisol, o hormônio do estresse, provocando sensações de bem-estar.
Segundo Sara Gradel, quando o idoso é acometido por doenças cerebrais em que há destruição de células - como no derrame - o animal pode funcionar como um grande estímulo para amenizar as seqüelas e acelerar a recuperação da fala e dos movimentos, por exemplo.
Instinto e auto-estima
.As razões para se aderir à 'pet terapia' são inúmeras. Em primeiro lugar, esse tratamento coloca o homem em contato com a natureza animal e faz despertar no paciente características como instinto e lealdade. Em segundo, é possível vivenciar uma relação baseada na confiança e no amor incondicional - o que, entre seres humanos, é mais raro. Não importa o que o dono faça ou diga, o bicho estará sempre ali para receber e dar atenção. Em resumo, ele não julga, não cobra e não pretende controlar, não há segundas intenções.
A proximidade entre um e outro é outra singularidade a considerar. O cãozinho se deixa tocar e acariciar, e está sempre pronto para mostrar sua satisfação, sua entrega, seu afeto. Se as pessoas de uma maneira geral precisam desse contato íntimo, que dirá um idoso carente e solitário. Dar e receber um afago, um chamego, um cafuné produz um efeito terapêutico. Além disso, é muito difícil sair para passear com um cachorro, por exemplo, e não ser abordado por alguém querendo brincar ou saber algo sobre ele. O círculo social aumenta, o mundo se amplia", observa o especialista Vinicius Ribeiro da TAC.
E tem mais: é fácil notar que o contato com o animal proporciona melhora da auto-estima, pela relação carinhosa estabelecida e também pelo fato de despertar o senso de responsabilidade. Os mais velhos se sentem úteis e valorizados, pois há alguém ali que precisa deles, de sua atenção e cuidados. "Eles passam a se perceber importantes novamente, o que é maravilhoso", diz a especialista em comportamento animal Hannelore
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